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Região 19 de novembro de 2013

Idanha-a-Nova preocupada com encerramento de serviços públicos

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Comissão de Utentes de Idanha-a-Nova tomou a iniciativa de recolher um abaixo-assinado em todo o concelho, reunindo 2272 assinaturas de cidadãos que contestam, desta forma, o possível encerramento do Serviço de Finanças.

A Comissão de Utentes de Idanha-a-Nova tomou a iniciativa de recolher um abaixo-assinado em todo o concelho, reunindo 2272 assinaturas de cidadãos que contestam, desta forma, o possível encerramento do Serviço de Finanças. Os subscritores consideram que, a acontecer, a medida trará um forte prejuízo às condições de vida da população, prejudicando o desenvolvimento do território e com forte impacto na sua desertificação.

Esta preocupação foi expressa pela porta-voz da Comissão de Utentes, Graça Gomes Pissara, intervindo em sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Idanha-a-Nova, ocorrida no passado dia 11 deste mês.

Também na mesma sessão daquele órgão municipal, o cidadão Paulo Lopes, de Salvaterra do Extremo, insurgiu-se contra o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde Idanha-a-Nova. Alertando para as graves consequências sociais do encerramento daquele serviço, Paulo Lopes apontou factos como, por exemplo, um habitante das Termas de Monfortinho ter de percorrer 75km até ao Hospital Amato Lusitano, ainda que necessitado de cuidados de saúde urgentes.

Com uma ordem de trabalhos constituída sobretudo por atos de eleição e de designação de membros da Assembleia para órgãos distritais e municipais, esta sessão foi dominada pela eminência de decisões das instâncias do poder central poderem vir a encerrar serviços públicos no concelho de Idanha-a-Nova.

Sobre esta matéria, o presidente da Câmara Municipal, Armindo Jacinto, reiterou a sua preocupação, já manifestada em reunião da Câmara do passado dia 8 de novembro. O autarca alertou para os efeitos do encerramento de serviços públicos na competitividade do município, dificultando a fixação de populações e a captação de investimento.

Armindo Jacinto adiantou que a autarquia está disponível para assegurar a cedência gratuita das instalações em que atualmente funciona o Serviço de Finanças, no edifício dos Paços do Concelho.

O autarca interveio ainda para dar conhecimento dos contactos havidos com o responsável pela Unidade Local de Saúde de Castelo Branco e para sublinhar que, quer a nível municipal, quer no âmbito da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, quer ainda em articulação com a sociedade civil, terão de ser contrariadas as medidas de centralização dos serviços públicos impostas pelo Governo. Neste esforço é determinante a união de todos para manter e preservar os serviços existentes, nos domínios da Saúde, da Educação, Finanças e outros.

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