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Região 13 de novembro de 2013

Fundão: Ex-vice-reitor do Seminário acusado de abuxo sexual conhece acórdão a 02 de dezembro

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Tribunal do Fundão marcou para 02 de dezembro a leitura do acórdão do processo em que um padre está acusado de 19 crimes de abuso sexual de menores, confirmou  a oficial de justiça que acompanhou ontem a sessão.

O Tribunal do Fundão marcou para 02 de dezembro a leitura do acórdão do processo em que um padre está acusado de 19 crimes de abuso sexual de menores, confirmou  a oficial de justiça que acompanhou ontem a sessão.

O julgamento, que tem no banco dos réus o ex-vice-reitor do Seminário do Fundão, começou no dia 19 de setembro e decorreu à porta fechada para proteger as vítimas menores.

A leitura do acórdão, que ocorre quase um ano depois de o padre ter sido detido - a 07 de dezembro de 2012 - tem início marcado para as 15:00 e já será pública.

Ao longo destes meses foram realizadas várias sessões, sobre as quais nunca foi relevado qualquer pormenor à imprensa que regularmente marcava presença à porta do tribunal.

Na sessão de hoje - a última antes da leitura do acórdão - foram ouvidas as últimas testemunhas e feitas as alegações finais.

No final, a oficial de justiça confirmou a informação relativamente à data da leitura do acórdão, mas, alegando não ter autorização para tal, não deu qualquer informação sobre as conclusões apresentadas pelo Ministério Público, advogados de defesa ou assistentes.

À saída, tal como fez em todas as outras sessões, o arguido, Luís Mendes, 37 anos, também recusou prestar declarações.

De acordo com a acusação, o padre terá abusado de seis crianças, cinco das quais alunos em regime de internato no Seminário do Fundão, local onde alegadamente os crimes foram cometidos.

A acusação refere que Luís Mendes terá agido sempre com menores que considerava "mais fracos emocional ou familiarmente e sobre quem tinha forte ascendente".

Na fase de inquérito, o arguido negou os crimes e garantiu que só fazia "aquilo que um pai fazia a um filho".

O arguido encontra-se em prisão domiciliária desde o dia em que foi detido. Inicialmente, foi para casa dos pais em S. Romão (localidade do concelho de Seia de onde é natural) e mais tarde foi transferido para uma casa da Diocese da Guarda.

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