Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Europa 1 de março de 2011

UE/Previsões: Bruxelas faz revisão "ligeiramente em alta" do crescimento económico, inflação também aumenta

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Comissão Europeia faz uma revisão “ligeiramente em alta” das previsões de crescimento económico europeu em 2011, para 1,8 por cento na UE e 1,6 na zona euro, mas estima que a inflação também vai aumentar.

“O crescimento desacelerou na União Europeia (UE) no segundo semestre do ano passado mas deverá voltar a acelerar este ano”, disse o comissário europeu responsável pela Economia e Assuntos Monetários.

Para Olli Rehn “a retoma faz-se de forma desigual e vários Estados-membros atravessam um período de ajustamento difícil”.

Esta atualização "intercalar" das previsões do outono de 29 de novembro último baseia-se na evolução verificada em sete Estados-membros, os mais importantes em termos económicos.

Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Espanha, Holanda e Polónia representam cerca de 80 por cento do PIB nominal da UE e 85 por cento do da Zona Euro.

A Comissão Europeia explica o aumento do crescimento económico em 2011, de 1,7 por cento em 2010 para 1,8 em 2011 na UE e de 1,5 para 1,6 na zona euro, com “as melhores perspetivas de que beneficia a economia mundial e com uma maior confiança das empresas”.

A Comissão Europeia preve que “a retoma deve ser impulsionada pela procura interna”.

No entanto, Bruxelas adverte que “a incerteza continua a ser elevada e a situação dos vários países é variável”.

“Devido ao aumento dos preços da energia e das matérias-primas os preços devem aumentar em 2011 em 2,5 por cento na UE e 2,2 na zona euro”, conclui o executivo comunitário.

Nas previsões do outono Bruxelas estimava que a inflação seria em 2011 de 2,1 na UE e de 1,8 na zona euro.

A Alemanha deverá ser o motor da retoma na zona euro com um aumento do PIB de 2,4 por cento em 2011, seguido pela França com 1,7.

Por outro lado, a Espanha obtém “resultados mitigados” com um crescimento de apenas 0,8 por cento.

Fora da zona euro, Bruxelas prevê um crescimento de 4,1 por cento na Polónia e 2,0 por cento no Reino Unido.

Olli Rehn é da opinião que apesar da “calma relativa em que se encontram os mercados financeiros, a situação não voltou ainda completamente à normalidade”.

Partilhar:

Relacionadas

Newsletter

Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.

Siga-nos

Acompanhe as nossas redes sociais e fique por dentro das novidades.

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!