Por: Cristina Valente
Luís Correia é já o presidente da Câmara de Castelo Branco. A cerimónia teve lugar esta segunda-feira, no Cine-Teatro Avenida. Para além de Luís Correia tomaram posse também os vereadores, Arnaldo Brás, Maria José Batista, João Carvalhinho, Fernando Raposo, Teresa Martins, e Jorge Pio, do Partido Socialista, Paulo Moradias e João Paulo Benquerença do Partido Social Democrata.
Luís Correia é já o presidente da Câmara de Castelo Branco. A cerimónia teve lugar esta segunda-feira, no Cine-Teatro Avenida.
Para além de Luís Correia tomaram posse também os vereadores, Arnaldo Brás, Maria José Batista, João Carvalhinho, Fernando Raposo, Teresa Martins, e Jorge Pio, do Partido Socialista, Paulo Moradias e João Paulo Benquerença do Partido Social Democrata.
Na mesma sessão foram empossados também os membros da Assembleia Municipal, que continua a ser presidida por Valter Lemos eleito pelo PS.
Numa sala completamente cheia as primeiras palavras de Luís Correia, foram de agradecimento ao seu antecessor, “as minhas primeiras palavras ao autarca, ao homem, ao amigo, que hoje encerra um ciclo de 16 anos como Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco e mais de 30 como autarca e defensor incansável da causa pública: Obrigado Presidente Joaquim Morão”.
Aos albicastrenses o novo autarca promete trabalhar para todos e com todos, “tornei-me o Presidente de todos os albicastrenses e comprometo-me a trabalhar para todos e com todos, em defesa do interesse público. E este é um compromisso que faço questão de assumir, hoje e aqui, desde o primeiro momento” afirmou.
Com o País, a viver numa conjuntura politica e económica adversa e com os cidadãos a perderem a confiança na politica e nos políticos, Luís Correia quer contrariar esta tendência.
A grave crise económica e financeira, “que ameaça destruir o Estado Social e fazer regredir os direitos dos cidadãos”. É um problema nacional, que afeta Portugal e todos os Portugueses, “mas que afetará, não tenho qualquer dúvida, os mais fracos, os que têm menor poder reivindicativo. No caso específico afetará de forma mais gravosa a fatia do território mais débil: o interior.”
Uma “ameaça” que o novo executivo tem bem presente “para manter e prosseguir o desenvolvimento do concelho tem de centrar a estratégia e a ação no desenvolvimento económico e empresarial, que garantirá a criação de emprego e, consequentemente, a fixação da população”.
O novo autarca voltou a defender a aplicação de medidas discriminatórias positivas para o Interior, por parte da Administração Central.
Apesar dos momentos difíceis, Luís Correia “herda” um concelho com uma situação impar em termos económicos, financeiros e patrimoniais, “sei, por isso, que não será fácil manter este estatuto e este grau de exigência, sobretudo num momento em que a Administração Central, em que o Governo, abandona o Interior, aplica cortes cegos e fomenta o encerramento indiscriminado de serviços fundamentais ao bem-estar das populações.”
Consciente de que a nova lei das finanças locais terá impacto no financiamento aos municípios e que o novo quadro comunitário não continuará a apoiar os municípios como até aqui, Luís Correia diz que é preciso iniciar um novo ciclo no concelho, “o nosso projeto passa pelas nossas terras e pelas nossas gentes, por tornar as potencialidades em realidade, por transformar as mais-valias em capital efetivo e autorregenerador. Mas para isso temos de explorar, o que são as nossas características específicas, ao nível da cultura, património, gastronomia, paisagem e etnografia”.
“Somos uma equipa experiente, que terá certamente uma forma diferente de pensar e agir, preparada para continuar o projeto autárquico de Castelo Branco e para iniciar a transição para um novo modelo e um novo ciclo, para o qual contaremos também com a dedicação de todos os trabalhadores da Autarquia” afirmou o novo autarca Albicastrense, Luís Correia.
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