Por: Diario Digital Castelo Branco
“Estamos a aguardar que o barco atraque porque o mar está muito revolto”, disse Marcos Jordão à Agência Lusa, num contacto telefónico efetuado hoje de manhã.
De acordo com o diretor da construtora Queiroz Galvão na Líbia, a embarcação “neste momento não pode atracar, mas possivelmente vai atracar durante a manhã”.
Segundo Marcos Jordão, vão embarcar a bordo do “ferry” todos os funcionários da empresa - 40 portugueses e 160 brasileiros – e cinco irlandeses que não têm qualquer ligação à construtora, mas vão aproveitar a oportunidade para sair de Benghazi.
O “ferry” irá dirigir-se depois para a Grécia, indicou.
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