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Região 17 de setembro de 2013

Castelo Branco: Misericórdia inaugura monumento a Bartolomeu da Costa

Por: Diario Digital Castelo Branco

“Não deixemos de relembrar as palavras de Alexandre Herculano, o qual escreveu que a história de Portugal não se escreve sem as Misericórdias. E aqui está a Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco a fazer jus às suas palavras e com brio, a iniciar as comemorações dos seus 500 anos que completará a 16 de fevereiro de 2014”.

“Não deixemos de relembrar as palavras de Alexandre Herculano, o qual escreveu que a história de Portugal não se escreve sem as Misericórdias. E aqui está a Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco a fazer jus às suas palavras e com brio, a iniciar as comemorações dos seus 500 anos que completará a 16 de fevereiro de 2014”.

Estas palavras do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco na passada sexta-feira, dando assim início às comemorações do V Centenário da instituição, com a inauguração de um monumento ao venerável Bartolomeu da Costa, fundador e um dos maiores benfeitores da Misericórdia albicastrense.

Cardoso Martins pediu a todos os presentes para que “não façamos deste dias, apenas um momento de festa e de confraternização. Encontremos nele a reflexão e o prumo da consciência em afirmar que a Santa casa da Misericórdia de Castelo branco está viva e com os seus atuais 332 trabalhadores continua a dar uma resposta pronta a mais de 900 utentes e seus familiares”.

Por outro lado, referiu que a instituição albicastrense continua a ser um dos maiores empregadores do distrito de Castelo Branco e apesar do momento difícil que o país atravessa e ao qual a instituição não é imune, “continua a responder e a assegurar, de forma competente e responsável, a gestão das várias respostas sociais nas quais se propôs intervir”.

O provedor da Misericórdia albicastrense sublinhou ainda que “com perseverança e determinação, a instituição aguarda a abertura da Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI)”.

Mas, o momento incial das comemorações do V Centenário, estava dedicado ao venerável Bartolomeu da Costa, um dos maiores benfeitores de sempre da Misericórdia de Castelo Branco. Nascido na cidade albicastrense, doou todos os seus bens  à instituição para que na cidade fosse instituído um hospital de convalescentes, a instalar na sua residência,  Rua D'Ega, sob a égide da Misericórdia.

“Começou aí um dos grandes desígnios da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco, o apoio aos enfermos, que durante séculos, através do seu hospital e durante a última metade do século XIX e quase a totalidade do século XX, foi o hospital regional desta cidade”, recordou Cardoso Martins, acrescentando ainda que muitos dos presentes na cerimónia “terão nascido e sido tratados neste Convento da Graça” que hoje é a sede da Misericórdia albicastrense.

Cardoso Martins referiu que após a mudança do hospital para as atuais instalações do Hospital Amato Lusitano (HAL), a instituição passou a dedicar-se aos idosos e crianças, sem que no entanto, colocasse de parte o apoio aos enfermos.

Para esse efeito, construiu um centro de medicina e reabilitação e mais recentemente a UCCI, esta última concluída desde dezembro de 2012 e ainda inativa por falta de autorização governamental.

Voltando a Bartolomeu da Costa, o provedor da Santa Casa recordou que não foi apenas um benfeitor, “viveu para além do seu tempo. Foi um visionário que ajudou a alicerçar um caminho que inspira hoje todos aqueles que reconhecem a importância de garantir uma resposta que cimente e valorize a economia social”. 

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