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Região 12 de setembro de 2013

Proença-a-Nova: Colóquio debateu arqueologia do concelho e contou com as universidades de Évora e de Alcalá de Henares

Por: Diario Digital Castelo Branco

O diálogo entre as várias instituições que têm vindo a colaborar nos trabalhos arqueológicos em curso no concelho de Proença-a-Nova foi uma das linhas de força que ressoaram no colóquio que deu a conhecer descobertas e investigações com relevância para o concelho.

O diálogo entre as várias instituições que têm vindo a colaborar nos trabalhos arqueológicos em curso no concelho de Proença-a-Nova foi uma das linhas de força que ressoaram no colóquio que deu a conhecer descobertas e investigações com relevância para o concelho.

Além de temas locais, como o estado da carta arqueológica do concelho ou as construções defensivas construídas durante as guerras peninsulares, convidados das universidades de Évora e de Alcalá de Henares (Espanha) deram conta de parcerias importantes para aprofundar o estudo das estruturas que têm vindo a ser reveladas em escavações.

Rodrigo BalbínBerhamann, da universidade de Alcalá de Henares, destacou o diálogo entre os dois lados da fronteira e considerou o papel dos municípios essencial para “preservar um património que é de todos”. Também Carlos Banha, em representação da diretora regional de Cultura do Centro, se congratulou com o apoio dado pelo Município a “um projeto desta dimensão e desta qualidade”, numa referência ao campo internacional que até 14 de setembro está a decorrer na mamoa do Cabeço da Anta, envolvendo um total de 40 participantes.

Referindo-se à reformulação das comunidades intermunicipais e à integração de Proença-a-Nova na comunidade da Beira Baixa, que em linhas gerais coincide com a área de intervenção da Associação de Estudos do Alto Tejo (AEAT), o presidente da Câmara destacou a possibilidade de se tirar partido desta parceria, através de uma futura candidatura para valorização do património arqueológico. João Paulo Catarino sublinhou ainda que perceber melhor o passado ajuda a projetar o futuro, reforçando a apetência pelo turismo cultural.

As escavações dinamizadas pela AEAT já incidiram sobre estruturas como o Forte das Batarias, na Catraia, ou a anta do Cão do Ribeiro, mas a campanha deste ano é a primeira que ganha dimensão internacional. Coordenadas por João Caninas, as escavações iniciadas a 16 de agosto abrangem a maior mamoa até agora identificada no distrito de Castelo Branco, com cerca de 40 metros de diâmetro.

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