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Região 11 de setembro de 2013

Covilhã: Carlos Pinto apela ao primeiro-ministro para construção de barragem

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Carlos Pinto, apela à intervenção do primeiro-ministro no processo de construção de uma barragem na Serra da Estrela, de modo a resolver "os graves problemas de abastecimento de água" no concelho. 

O presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Carlos Pinto, apela à intervenção do primeiro-ministro no processo de construção de uma barragem na Serra da Estrela, de modo a resolver "os graves problemas de abastecimento de água" no concelho.

O autarca, em comunicado divulgado, afirma não poder deixar de apelar “com veemência” ao primeiro-ministro, “para uma intervenção urgente que ponha cobro à indiferença de estruturas da administração, que não olham à realidade que se vive no país, designadamente em matéria essencial de abastecimento de água, agravada pelos incêndios do mês passado".

No documento, o presidente do município alerta para o que classifica de "entraves burocráticos de departamentos de Estado", que "continuam a ser levantados ao pedido de construção de uma nova barragem na Ribeira das Cortes".

Esta obra é reivindicada há muito pelo município, mas o processo tem conhecido avanços e recuos, alguns dos quais provocados por processos judiciais.

Em comunicado, Carlos Pinto recorda que já há "financiamento comunitário aprovado" e afiança que a nova barragem evitaria "a presente situação", que diz ser "próxima da calamidade pública".

Tal decorre do facto de, a partir desta semana, o abastecimento de "cerca de 70.000 pessoas" passar a ser assegurado "exclusivamente" pela Barragem da Cova do Viriato.

O autarqua assume que o caudal de água naquela barragem é insuficiente, mas justifica a decisão com a necessidade de "evitar a contaminação da rede pública".

De acordo com o comunicado, depois dos violentos incêndios que em agosto deflagraram naquele concelho, está agora verificar-se a "infiltração de cinzas e outros detritos em minas e poços" e, por isso, "vão ter de ser desligadas dezenas de fontes precárias de abastecimento".

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