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Região 5 de setembro de 2013

Castelo Branco: PSD apresenta medidas para diminuir carga fiscal no concelho

Por: Cristina Valente

Paulo Moradias, candidato do PSD à Câmara de Castelo Branco, diz que o concelho pode ser mais atrativo em termos fiscais.

Paulo Moradias, candidato do PSD à Câmara de Castelo Branco, diz que o concelho pode ser mais atrativo em termos fiscais.

A candidatura do PSD apresentou, em conferência de imprensa, cinco compromissos que pretende colocar em prática caso seja eleita para presidir a autarquia albicastrenses. Medidas que têm sido defendidas pelos representantes do partido, durante o atual mandado, na Assembleia Municipal, mas que não foram concretizadas pela gestão socialista da autarquia.

Entre as medidas defendidas pela PSD está a devolução total, aos munícipes, da parcela do IRS recebida pela autarquia. Além disso o candidato social-democrata assume o compromisso de baixar o IMI.

 “Há ainda folga para baixar este imposto” afirma Paulo Moradias, explicando que a reavaliação do coeficiente de localização deverá ser feita no próximo ano, e esse facto cria as condições necessárias para que o IMI possa baixar em Castelo Branco e Alcains.

“Quanto às outras freguesias o nosso compromisso é mesmo a isenção neste imposto” afirma o candidato.

Para a candidatura do PSD a isenção de IMI nas freguesias mais rurais pode contribuir para combater a desertificação das mesmas, “os cidadãos vão ponderar comprar casa em Castelo Branco, ou continuar na sua freguesia” acredita Paulo Moradias.

Outro dos compromissos apresentados pelo PSD está também relacionado com a carga fiscal e ao mesmo tempo com o combate à desertificação das freguesias rurais, “temos que motivar a reabilitação de imoveis, e por isso propomos a isenção de licenças de reabilitação para as freguesias rurais e também para as anexas de Taberna Seca e Lentiscais”.

Ainda em termos ficais, mas noutra área, o PSD considera que a autarquia deve reduzir o peso burocrático que tem abrir um estabelecimento comercial no concelho. Para Paulo Moradias, esta é uma forma que a Câmara tem de incentivar a criação de postos de trabalho e por isso assume o compromisso de isentar de taxas os processos de licenciamento.

Contas feitas pelo PSD estas medidas representam “apenas” entre 3 a 3 milhões e meio de euros que deixariam de entrar nos cofres da autarquia.

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