Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Região 13 de maio de 2013

Castelo Branco: Candidatos do CDS-PP lamentam “comentários políticos irresponsáveis”

Por: Diario Digital Castelo Branco

 A candidatura do CDS-PP às eleições autárquicas 2013 emitiu um comunicado onde revela que os candidatos do partido à Câmara e Assembleia Municipal de Castelo Branco “lamentam os comentários políticos irresponsáveis” proferidos por “políticos da região”, em relação ao futuro dos institutos politécnicos.

A candidatura do CDS-PP às eleições autárquicas 2013 emitiu um comunicado onde revela que os candidatos do partido à Câmara e Assembleia Municipal de Castelo Branco “lamentam os comentários políticos irresponsáveis” proferidos por “políticos da região”, em relação ao futuro dos institutos politécnicos.

“A propósito do projeto de resolução 688/XII que sugere ao Governo a clarificação da missão das diferentes instituições de ensino superior, os candidatos à Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Castelo Branco, Ana Camilo e José Pedro Sousa, reuniram com a direção de campanha do CDS-PP às Autárquicas 2013 para sua apreciação”, lê-se na nota enviada ao DDCB.

José Pedro Sousa refere que “a perda de competências do ensino superior politécnico não está em causa. Não há razão para a comunidade, o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), seus docentes, funcionários e alunos, bem como os agentes económico-empresariais da região recearem a retirada dos cursos de formação avançada (pós-graduações e mestrados) ”.

Mais entende, aliás, que “o projeto de resolução não coloca minimamente em causa a componente de investigação que tem vindo a ser prosseguida no ensino superior politécnico com os resultados de excelência que são de todos conhecidos”.

Relativamente à criação de cursos superiores de dois anos, considerando os cursos tecnológicos e particularmente dirigidos aos alunos do ensino profissional, tendo uma forte componente de formação em contexto de trabalho virada para a realidade regional, para José Pedro Sousa “é o repensar dos cursos de especialização tecnológica (CET), que já existem, mas que não são cursos superiores. Deste modo, e sem prejuízo dos já existentes, estes novos de ciclo curto serão cursos superiores de nível 5 (os CET são de apenas nível 4), e oferecerão uma formação de forte ligação aos tecidos culturais, sociais e económicos”.

Ana Camilo, por seu turno, lamenta os “comentários irresponsáveis, demagógicos, carenciados de fundamento e perfeitamente abusivos proferidos por alguns políticos da nossa região, com o intuito de confundir e alarmar a comunidade académica e os albicastrenses”. Rejeita, por isso, “qualquer tentativa ou possibilidade de fragilização do IPCB e da região, venha de que quadrante vier”.

“A nossa candidatura é frontalmente contra intenções e/ou projetos que possam prejudicar ou pôr em causa a vitalidade, a qualidade e a excelência do ensino e formação ministrada pelo IPCB”, refere a candidata do CDS à Câmara de Castelo Branco. Mais reforça “que a qualidade da investigação dos docentes e alunos do IPCB tem sido de primordial importância para o desenvolvimento e projeção da região, como comprova, aliás, o reconhecimento obtido no país e no estrangeiro”.

“O IPCB é um motor de desenvolvimento regional na prestação de serviços à comunidade e de promoção de uma maior aproximação aos agentes económicos, sociais e culturais. E considerando que o mesmo representa cerca de 18% da população, significa este dado a importância que o mesmo tem como entidade empregadora, formadora e educadora”, frisa Ana Camilo.

Conclui que “um ensino superior politécnico e um IPCB fortes são vitais para Castelo Branco”.

Partilhar:

Relacionadas

Newsletter

Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.

Siga-nos

Acompanhe as nossas redes sociais e fique por dentro das novidades.

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!