Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Câmara Municipal tem em curso uma estratégia de apoio ao setor agroalimentar e à criação de empresas inovadoras, no valor de 12,5 milhões de euros, anunciou o presidente da autarquia, Joaquim Morão.
A Câmara Municipal tem em curso uma estratégia de apoio ao setor agroalimentar e à criação de empresas inovadoras, no valor de 12,5 milhões de euros, anunciou o presidente da autarquia, Joaquim Morão.
O projeto da autarquia está assente em vários vetores, alguns dos quais já no terreno. Joaquim Morão destaca o Centro Apoio Tecnológico Agroalimentar (CATAA) e a Melaria.
O CATAA está situado no Parque Empresarial da cidade e pretende dar apoio às empresas para melhorarem a sua produção e, ao mesmo tempo desenvolver trabalho de investigação, através dos laboratórios ali instalados.
A Melaria, também já construída, entrará em funcionamento a curto prazo. Será nessa estrutura que a autarquia vai instalar um Centro de Produção de Abelhas Rainhas.
No setor agroalimentar, Morão explica que está também a ser implementado o projeto Terras da Beira Baixa.
O projeto Terras da Beira Baixa prevê a construção de uma central de embalamento de azeite (a construir na zona industrial e que terá capacidade para embalar um milhão de litros por campanha), um centro de tipificação e engorda animal para bovinos, ovinos e caprinos e um centro apícola, estruturas estas a instalar na zona da Garalheira, a nascente de Castelo Branco.
Para a implementação destes projetos e para poder ter acesso aos fundos comunitários, a autarquia criou organismos (CATAA e Beira Baixa), onde é detentora de quase 100% do capital.
A estratégia da autarquia passa também pela abertura, em maio, do Centro de Empresas Inovadoras.
Com capacidade para 40 empresas, o centro está dotado de secretaria, reprografia, salas de reuniões, gabinetes de direção e de apoio, gabinetes para empresas, espaços para a contabilidade e atendimento, salas com acesso direto ao exterior para as empresas, anfiteatro e cafetaria.
A estratégia que está a ser implementada pela Câmara albicastrense acolhe também os chamados projetos imateriais. E é aqui, diz Joaquim Morão, que entra o Inovcluster, o qual funciona nas instalações do Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar.
Com 128 associados, 92 dos quais empresas, o Inovcluster tem na Câmara albicastrense "um associado empenhado e presente. É a autarquia de Castelo Branco que suporta a componente nacional dos projetos para que as empresas sejam mais competitivas", assegura Joaquim Morão.
O autarca explica que "estes são os grandes desafios estratégicos e de futuro para Castelo Branco, os quais complementam o outro projeto que a autarquia tem para criar e promover mais emprego, captando empresas e dando-lhes condições para elas aqui se instalarem".
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