Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Tribunal da Sertã agendou para hoje, às 14:00, a leitura do acórdão no processo em que é arguida a presidente da Câmara da Vila de Rei, Irene Barata, e outras quatro pessoas.
O Tribunal da Sertã agendou para hoje, às 14:00, a leitura do acórdão no processo em que é arguida a presidente da Câmara da Vila de Rei, Irene Barata, e outras quatro pessoas.
Os cinco arguidos são suspeitos de ter concedido benefícios ilegais a obras de instituições sociais do concelho.
Na única sessão de julgamento, realizada na segunda-feira, a defesa alegou que os benefícios terão sido apoios legítimos à ação social e o procurador do Ministério Público pediu a aplicação de penas suspensas.
Os arguidos são acusados de falsificar o processo de obras de cinco apartamentos para idosos, anexos às instalações da Santa Casa da Misericórdia de Vila de Rei, e que foram feitos sem licenças entre 2004 e 2005.
Irene Barata e o vereador Paulo César Luís são ainda acusados de favorecer o Centro de Dia Família Dias Cardoso, que era dirigido por um irmão da presidente, através da mobilização de recursos do município para obras e ao encarregar o engenheiro municipal Luís Lopes da realização de projetos.
Há ainda um caso em que Irene Barata é acusada de peculato e falsificação, ao autorizar o município a suportar cerca de 27 mil euros com terraplanagens feitas pela Escola Prática de Engenharia de Tancos em terrenos da mesma instituição, mas que foi indicado pertencerem à autarquia.
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