Por: Cristina Valente
Mais de 30 mil motociclistas participaram em Castelo Branco, nas comemorações Nacionais do Dia do Motociclista. Começaram a chegar no sábado, mas foi no domingo que Castelo Branco foi, literalmente, invadido pelas duas rodas.
Mais de 30 mil motociclistas participaram em Castelo Branco, nas comemorações Nacionais do Dia do Motociclista. Começaram a chegar no sábado, mas foi no domingo que Castelo Branco foi, literalmente, invadido pelas duas rodas.
Vindos de todos os pontos do país, os motociclistas participaram na Procissão, da Sé até ao campo de Feiras e assistiram ai à celebração da Eucaristia, presidida pelo Bispo Emérito D. Augusto Cesar. “A cidade de Castelo Branco estremece de alegria ao ouvir o ruido dos motores das motos que vêm de todos os pontos do país” afirmou o Bispo na homilia.
D. Augusto Cesar destacou a solidariedade demostrada pelos Motards, “mais do que disputar o caminho e a velocidade, ensinam a dar as mãos, e sabem parar na estrada, para socorrer quem precisa ou tropeça nalguma fatalidade”.
Este foi o primeiro ano em que o Padre Zé Fernando, conhecido como padre Motard não esteve já presente fisicamente, faleceu há pouco mais de uma semana, vitima de doença prolongada. Mas a sua presença espiritual esteve bem presente e foi marcante em toda a celebração, que foi uma homenagem e também um agradecimento ao “padre dos motociclistas”.
Também D. Augusto Cesar não o esqueceu nas suas palavras, “alguns de vós percorreram cerca de mil quilómetros para poder estar aqui e poder agradecer o entusiasmo singular do Sr.º Padre Zé Fernando e o conforto da sua fé junto de vós ao longo de tantos encontros como este”.
Luís Ribeiro, Presidente do Moto Club Tuku-Tuku, faz um balanço muito positivo da iniciativa, “para além do elevado número de motociclistas presentes, a população de Castelo Branco aderiu às celebrações e isso foi muito interessante”.
Mudar a opinião que alguns Albicastrenses têm dos motociclistas foi também um dos objetivos do Moto Club quando se propôs organizar este evento, “acho que conseguimos mudar algumas opiniões sobre nós, para muita gente o motociclista é um desordeiro, com esta celebração provamos que não é assim, bom e mau há em todo o lado” acrescenta Luís Ribeiro.
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