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Região 18 de março de 2013

Museus do Centro vendem livros e CD em feira solidária

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC) vai vender, nos seus museus, “edições de qualidade, livros de cultura e de arte, música e CD”, em troca de “um contributo solidário”. A feira solidária decorrerá nos museus de Aveiro, da Guarda, de José Malhoa e da Cerâmica (nas Caldas da Rainha), Joaquim Manso (Nazaré), Francisco Tavares Proença (Castelo Branco) e no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (Coimbra).

A Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC) vai vender, nos seus museus, “edições de qualidade, livros de cultura e de arte, música e CD”, em troca de “um contributo solidário”.

A iniciativa, “em prol dos mais carenciados”, decorrerá, nos “serviços que integram a nova rede de museus do Centro/DRCC”, na “sexta-feira santa, no sábado e no domingo de Páscoa” (dias 29, 30 e 31 de março), disse hoje à agência Lusa Celeste Amaro, diretora da DRCC.

Além de tornar acessível ao público “obras de qualidade”, editadas pela DRCC e pelas sete instituições que, na região Centro, integram a Rede Portuguesa de Museus, a feira pretende assumir-se também como “uma forma de contribuir para a sociedade civil, em tempos de crise”, sublinhou Celeste Amaro.

As receitas reverterão “integralmente a favor da Cáritas Diocesana” da região em que se integra cada um dos museus, disse a responsável, adiantando que ainda não está definido se “o contributo solidário” – cujo valor “será sempre simbólico” – será cobrado em função das obras adquiridas, da visita ao espaço ou de acordo com aquilo que cada visitante e/ou comprador quiser contribuir.

Cada um dos museus participante na feira terá à venda cerca de um milhar de edições, calcula Celeste Amaro, revelando que também a biblioteca da DRCC integrará o espólio a transacionar, já que “não faz muito sentido” este serviço manter uma biblioteca, com “alguns milhares” de exemplares, que “não está vocacionada para ser aberta ao público”.

Com a iniciativa também se pretende reforçar “o sentido de aproximação e serviço dos museus à população local, ultrapassando o papel exclusivo de exposição de acervos”, salienta Celeste Amaro, reconhecendo que, deste modo, a DRCC e respetivos museus também se libertam de um património que não é sua vocação conservar.

Além de potenciar “a dimensão social da Cultura”, a DRCC acredita que o certame contribuirá para uma aproximação dos seus serviços ao público, preocupação em relação à qual está a estudar, designadamente, a alteração de horários.

A feira solidária decorrerá nos museus de Aveiro, da Guarda, de José Malhoa e da Cerâmica (nas Caldas da Rainha), Joaquim Manso (Nazaré), Francisco Tavares Proença (Castelo Branco) e no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (Coimbra).

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