Por: Diario Digital Castelo Branco
A Casa da Comarca da Sertã (CCS) relembrou no dia 12 de Março António da Mota, natural da Sertã e um dos primeiros europeus a chegar ao Japão, país que no dia anterior assinalou o 2º aniversário da tragédia de Fukushima, ocorrida dia 11 de Março de 2011, em resultado da acção dum fortíssimo terramoto e dum tsunami de grandes proporções que arrasaram parte da região da daquela cidade, incluindo uma central nuclear.
A Casa da Comarca da Sertã (CCS) relembrou no dia 12 de Março António da Mota, natural da Sertã e um dos primeiros europeus a chegar ao Japão, país que no dia anterior assinalou o 2º aniversário da tragédia de Fukushima, ocorrida dia 11 de Março de 2011, em resultado da acção dum fortíssimo terramoto e dum tsunami de grandes proporções que arrasaram parte da região da daquela cidade, incluindo uma central nuclear.
A palestra "António da Mota e o Japão", uma organização conjunta da CCS e do Instituto Europeu de Ciências da Cultura Pe. Manuel Antunes (IECCPMA), com o apoio do CLEPUL- Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, teve início com as intervenções do Presidente da Direcção da CCS, Pedro Amaro, e do Vice-Presidente do IECCPMA e Director do CLEPUL, José Eduardo Franco.
Seguiram-se os oradores, Ricardo Ventura, historiador e Investigador no CLEPUL, e Nuno Barata-Figueira, director da Associação Portuguesa de Genealogia. Na sua intervenção, Ricardo Ventura contextualizou a época em que António da Mota viveu, um século XVI marcado essencialmente pelas Descobertas que tiveram início em finais do século XV e que contribuíram para a importância de Portugal no mundo.
Já Nuno Barata-Figueira centrou a sua intervenção na ascendência e principais ligações familiares de António da Mota, referido por Cândido Teixeira como "descobridor do Japão" na sua obra "Antiguidades, famílias e varões Ilustres de Sernachedo Bom Jardim e seus contornos", vincando a sua origem Sertaginense e Oleirense.
Marcaram presença, nomeadamente, representantes da Real Associação de Lisboa, da Associação Portuguesa de Genealogia, da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra e da União Regional da Freguesia do Sobral.
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