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Região 16 de janeiro de 2013

Região Centro renova contratos de um terço das camas de cuidados continuados

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) assinou contratos com diversas instituições, que permitem manter 534 camas de cuidados continuados integrados, que representam cerca de um terço das camas existentes na região.

A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) assinou hoje contratos com diversas instituições, que permitem manter 534 camas de cuidados continuados integrados, que representam cerca de um terço das camas existentes na região.

A manutenção daquelas camas implicou 26 acordos com misericórdias e IPSS (instituições particulares de solidariedade social), que hoje foram formalizados nas instalações da ARSC, em Coimbra, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

Daquelas 534 camas, 241 são de média duração e 293 de longa duração, que equivalem, no seu conjunto, a “32% da capacidade de oferta da RNCCI na região”, que “possui, atualmente, 1.666 camas, repartidas pelas diferentes tipologias de cuidados continuados”, sublinhou o presidente da ARSC, José Tereso.

As camas não abrangidas pela renovação daqueles acordos “continuam asseguradas” ao abrigo dos respetivos protocolos que se mantêm em vigor e serão renovados de acordo com os seus respetivos prazos, disse, aos jornalistas, José Tereso.

Sobre a abertura de novas unidades, no âmbito da RNCCI, na área de intervenção da ARSC (distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria e Viseu), José Tereso reconhece que “há algumas dificuldades”, no plano económico, mas “está-se a tentar viabilizar” novos projetos em “Porto de Mós, em Cantanhede, no Rovisco Pais [na Tocha], em Oliveira do Bairro, em Manteigas e no Fundão”, adiantou.

Em 2012 foram abertas duas novas unidades em Mangualde, no distrito de Viseu, e em Orvalho, no distrito de Castelo Branco.

"No estado em que estamos, é muito difícil dar resposta a todas as necessidades que o país tem", designadamente na saúde, sustentou.

"Temos um Serviço Nacional de Saúde (SNS) com grande qualidade", mas, "para a manter, é preciso trabalho", apelou José Tereso, sublinhando que a RNCCI faz parte do SNS e exige que os seus profissionais trabalhem nela com "a qualidade" com que o fazem no SNS.

A RNCCI, que assenta na articulação entre os ministérios da Saúde e da Solidariedade e Segurança Social, é constituída por “unidades e equipas de cuidados continuados de saúde, e/ou apoio social, e de cuidados e ações paliativas, com origem nos serviços comunitários de proximidade, abrangendo hospitais, centros de saúde, serviços distritais e locais da Segurança Social, a rede solidária e autarquias locais”.

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