Por: Diário Digital Castelo Branco
A Coligação SEMPRE por todos (PSD/CDS-PP) destaca um ano de trabalho de proximidade, apresentação de soluções e fiscalização da ação municipal.
Um ano depois de tomar posse, os vereadores da coligação SEMPRE por todos (PSD/CDS-PP) fazem, em nota enviada aos media, um balanço de trabalho na oposição marcado pela apresentação de propostas, pelo acompanhamento dos problemas do concelho e pela exigência de respostas para os albicastrenses.
"Ao longo deste primeiro ano, a coligação apresentou medidas em áreas como a habitação, a saúde, a educação, a mobilidade, o comércio local e a coesão territorial. Algumas foram aprovadas e outras incluídas no Orçamento Municipal, mas continuam por concretizar.
Na habitação, a coligação defendeu o reforço do programa Habitar Castelo Branco, de 200 mil para 400 mil euros, e acompanhou os projetos das residências de estudantes da Pensão Arraiana e da Calouste Gulbenkian. Na energia, propôs um investimento de 400 mil euros em painéis solares nos edifícios municipais, para reduzir a fatura energética e a despesa pública. No comércio local, conseguiu incluir no orçamento medidas de apoio ao arrendamento e à requalificação de lojas, mas os comerciantes continuam à espera da sua implementação.
A defesa das famílias também esteve no centro da intervenção da coligação. A redução de 20% do IMI para imóveis arrendados foi aprovada, e o SEMPRE por todos defendeu a devolução integral do IRS municipal já em 2027. Perante os aumentos da água e dos resíduos, contestou o tarifário dos SMAS votando contra no mesmo em 2026.
Na saúde, foram aprovados o Regulamento Municipal de Saúde, com medidas para atrair e fixar profissionais, e a moção a exigir instalações dignas para o INEM. Mais recentemente, foi também aprovada uma iniciativa da coligação para reforçar a segurança e a resiliência das IPSS, algo que veio complementar a aprovação de um regulamento de apoio às IPSS que aguarda concretização também tendo sido aprovado por unanimidade logo no início do mandato.
Na educação, os vereadores insistiram na climatização das salas, na instalação de quadros brancos e na melhoria das condições das escolas. Na mobilidade, defenderam transportes públicos gratuitos para os residentes do concelho mas a proposta foi rejeitada pelos votos do PS e da IL.
A coligação acompanhou ainda os estragos provocados pela tempestade Kristin, com pedidos de respostas e calendários para intervenções no CATAA, no Miradouro de São Gens e no cemitério municipal. Também exigiu prazos para obras e projetos há muito anunciados, como a Barragem do Barbaído, o Multiusos do Barrocal e a residência de estudantes da Calouste Gulbenkian. Nas freguesias, defendeu o acesso a caixas multibanco e o reforço dos apoios municipais.
Nas freguesias, a coligação defendeu o reforço das transferências municipais, com a atualização dos valores para 2027 e a atribuição de um apoio extraordinário em 2026, medidas aprovadas. Apresentou também uma moção, igualmente aprovada, para promover a instalação de caixas multibanco nas freguesias que ainda não saiu do papel.
Também a proposta de atribuir o nome de César Vila Franca à Zona Industrial foi aprovada por unanimidade, mas continua por concretizar.
“Estar na oposição é trabalhar por Castelo Branco, apresentar soluções e acompanhar de perto aquilo que afeta a vida das pessoas. No segundo ano, vamos continuar a exigir que as medidas aprovadas tenham calendário e cheguem efetivamente aos albicastrenses”, afirma a coligação SEMPRE por todos", conclui o texto enviado à redação do Diário Digital Castelo Branco.