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Região 1 de julho de 2026

Castelo Branco: 5ª edição de Polos em Movimento une 17 freguesias em torno do envelhecimento ativo

Por: Diário Digital Castelo Branco

Entre os dias 15 e 26 de junho de 2026, a Amato Lusitano - Associação de Desenvolvimento promoveu a 5.ª edição da iniciativa Polos em Movimento, no âmbito dos projetos CLDS 5G Castelo Branco e USALBI | Universidade Sénior Albicastrense. A iniciativa voltou a unir pessoas e a movimentar as freguesias do concelho, afirmando-se como uma ação de proximidade que promove a valorização do território, o fortalecimento das comunidades e a participação ativa da
população sénior. 

Ao longo desta edição realizaram-se 9 encontros, envolvendo 17 freguesias e Uniões de Freguesias do concelho de Castelo Branco. As manhãs foram dedicadas à descoberta e
valorização do património local, proporcionando aos/às participantes a oportunidade de conhecer a história, os costumes, as tradições e os locais de interesse de cada freguesia, através da partilha de saberes e do contacto direto com as comunidades locais.


Durante as tardes, cada encontro contou com um conjunto de atividades dinamizadas pelos
parceiros locais, especialmente concebidas para promover o bem-estar e a autonomia das
pessoas mais velhas. Foram desenvolvidas ações de sensibilização, demonstrações, atividades físicas, momentos de convívio, jogos, animação e iniciativas de promoção da saúde e da participação comunitária, reforçando a importância da cooperação entre instituições e do envolvimento ativo da comunidade.


Esta 5.ª edição envolveu cerca de 400 participantes e contou com a colaboração de
aproximadamente 40 entidades parceiras, entre as quais Associações Locais, Juntas e Uniões de Freguesia, GNR, Cruz Vermelha, Serviço Municipal de Proteção Civil, ULS Castelo Branco, UCC Castelo Branco, Farmácia Grave, CATAA e Academia de Judo. O contributo de todos/as foi determinante para o sucesso da iniciativa.

Os Polos em Movimento consolidam-se, ano após ano, como uma atividade diferenciadora que leva a vida ativa para o terreno, mostrando que a valorização do território se faz através das pessoas, das suas histórias e da capacidade de transformar o convívio, a participação e a cooperação em verdadeiros motores de comunidades mais coesas. 

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