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Desemprego: Novas regras para trabalhadores dependentes entram hoje em vigor

As novas regras para atribuição do subsídio de desemprego aos trabalhadores dependentes entram hoje em vigor, apesar de a legislação que abrange os trabalhadores independentes entrar em vigor apenas a 1 de Julho.


 

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  • Publicado: 2012-04-01 10:29
  • Por: Diario Digital Castelo Branco

As novas regras para atribuição do subsídio de desemprego aos trabalhadores dependentes entram hoje em vigor, apesar de a legislação que abrange os trabalhadores independentes entrar em vigor apenas a 1 de Julho.

As novas regras de atribuição do subsídio de desemprego foram aprovadas pelo Governo em conselho de ministros a 19 de Janeiro.

Eis as principais alterações para a atribuição desta prestação social:

– Redução da duração do subsídio de desemprego para 18 meses, embora se admita o alargamento até aos 26 meses para quem tenha mais de 50 anos.

– Período mínimo de concessão do subsídio de desemprego vai passar de nove para cinco meses.

– Criação de um regime “transitório e excepcional de apoio aos desempregados com filhos” com uma majoração de 10% do montante do subsídio de desemprego para casais e famílias monoparentais com filhos a cargo.

– Redução do tempo de trabalho necessário para aceder ao subsídio de desemprego de 15 para 12 meses (450 para 360 dias).

– Quem tenha menos de 30 anos e tenha efectuado descontos pelo menos durante 450 dias tem direito a receber o subsídio de desemprego durante 270 dias.

– Alargamento da atribuição do subsídio a trabalhadores independentes que recebam 80% ou mais do seu salário através de uma única entidade; de acordo com o decreto-lei publicado a 15 de Março em Diário da República, o tempo de trabalho dos independentes terá de ser de 720 dias para que possam aceder a esta prestação social. Na proposta inicial, levada à concertação social em Dezembro, o Governo previa que o tempo mínimo de descontos obrigatório seria de 12 meses.

– No que diz respeito ao montante do subsídio [para os independentes], a legislação publicada prevê que o valor dependa do “escalão base de incidência contributiva em que o beneficiário se encontra posicionado à data da cessão de contrato de prestação de serviços”.

 

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