Idanha-a-Nova: Laboratório colaborativo está orientado para a criação de valor

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirma que os laboratórios colaborativos (CoLAB) correspondem a um novo estado de maturidade da capacidade científica e de inovação do país orientados para a criação de valor.

  • Economia
  • Publicado: 2021-07-13 00:00
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

“Hoje temos uma rede de laboratórios em articulação com a oferta do ensino politécnico de proximidade, através dos cursos tecnológicos. Estes laboratórios correspondem a um novo estado de maturidade da nossa capacidade cientifica e de inovação, orientados para a criação de valor que se reveste numa questão essencial: criar emprego qualificado e melhor qualidade de vida”, afirmou Manuel Heitor.

O governante falava esta 2ªfeira, dia 12 de Julho, aos jornalistas em Idanha-a-Nova, onde se deslocou com a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, para inaugurar o CoLAB Food4Sustainability.

O projeto é liderado pela aceleradora Building Global Innovators (BGI), em parceria com o município de Idanha-a-Nova, e tem como objetivo testar várias tecnologias, de forma a melhorar os processos de produção alimentares em termos de mitigação de CO2, uso nulo de químicos artificiais, impacto ambiental e eficiência de toda a cadeia de valor.

Manuel Heitor referiu que atualmente existem no país 35 laboratórios colaborativos, sendo que nove operam no setor agroindustrial e oito estão sediados em regiões do Interior.

“Há 35 laboratórios onde o Estado financia um terço. O outro terço tem de ser financiamentos europeus por projetos e o outro terço pelas empresas. Esta estrutura de financiamento tem como objetivo criar resiliência, não criando dependência do Estado”, sublinhou.

O ministro realçou ainda que estes laboratórios são específicos para criar riqueza nos territórios onde se inserem: “O objetivo é criar riqueza e emprego qualificado”.

O CoLAB Food4Sustainability é liderado pela BGI e conta com outras 18 instituições, entre as quais estão empresas como o Grupo Vera Cruz, Sementes Vivas, Silvapor, Hortas de Idanha, entre outras.

Conta ainda com instituições de ensino superior, como Universidade da Beira Interior, ISCTE Business School, os institutos politécnicos de Castelo Branco, da Guarda e de Viseu, associações como a do cluster agroalimentar da região da Beira Interior, Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento de Idanha-a-Nova, Coopagrol, Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB), BioRaia, Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI) e Montes da Raia, entre outras entidades.

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