Covilhã: Empresa têxtil não cumpre o que acordou com trabalhadores

A empresa Paulo de Oliveira recuou na intenção de usar de forma ilegal direitos dos trabalhadores.

  • Economia
  • Publicado: 2020-03-30
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco
A denúncia é feita  pelo Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Baixa (STSTBB) , que afirma que a empresa está a colocar trabalhadores uma semana em casa e ficam a dever essas horas à empresa e terem de as compensar em Banco de Horas, ao sábado sem serem remunerados, e por isso de forma ilegal.

Os sindicalistas afirmam ainda, que a preocupação que a empresa dizia ter com a saúde dos trabalhadores desapareceu, pois não comunicou outras medidas de segurança diferentes das que dizia já ter adoptado.
Os trabalhadores estão com medo, ansiosos e receosos com a situação difícil que se vive e todos os dias se deslocam para o local de trabalho com o coração nas mãos, por si e pelos seus. Esta preocupação é real e legítima.
São trabalhadores de salário Mínimo e este trabalho é o sustento de cada mês.
Neste momento em que efetivamente a pandemia está em todo o lado o que se exige das empresas, da Paulo de Oliveira e de todas as que ainda estão a laborar é que realmente se 
preocupem com a saúde física e psíquica dos trabalhadores e tomem medidas que 
salvaguardem o salário, o horário e os demais direitos.
O Sindicato deixa a pergunta: “Quantas vidas vale a sua empresa…?
Aos trabalhadores apelamos para que sejam unidos na defesa dos seus direitos e não os deixem retirar porque depois de retirados é muito difícil e demora muito a recuperá-los." declara o STSTBB em nota de imprensa. 

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