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Região 8 de junho de 2017

Novo Atlas Europeu do Vento nasce em serra de Vila Velha de Ródão

Por: Diario Digital Castelo Branco

A serra do Perdigão e das Talhadas, no Concelho de Vila Velha de Ródão, está a acolher um projeto internacional com vista produção do Novo Atlas Europeu do Vento. A investigação está a decorrer com o apoio logístico da Câmara de Vila Velha de Ródão, e os trabalhos foram visitados pelo Ministro da Ciência e do Ensino Superior, Manuel Heitor.

A serra do Perdigão e das Talhadas, no Concelho de Vila Velha de Ródão, está a acolher um projeto internacional com vista produção do Novo Atlas Europeu do Vento. A investigação está a decorrer com o apoio logístico da Câmara de Vila Velha de Ródão, e os trabalhos foram visitados pelo Ministro da Ciência e do Ensino Superior, Manuel Heitor.

No entender do governante, este é um projeto “único pelas suas várias dimensões”. Manuel Heitor destacou o papel colaborativo da autarquia de Vila Velha de Ródão neste processo, bem como dos proprietários dos terrenos, o que permitiu transformar “esta serra num verdadeiro laboratório vivo”.

Segundo o comunicado a que o Diário Digital Castelo Branco teve acesso, esta investigação está a merecer o interesse da população que teve oportunidade de dialogar com os investigadores, num encontro que reuniu cerca de 100 pessoas. A iniciativa contou com a presença do presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão, Luís Pereira, que na ocasião sublinhou a importância do conhecimento que ali se está a desenvolver. “Estamos a dar o nosso contributo para o desenvolvimento de formas produção de energia mais limpas e renováveis”, disse.

A investigação em curso vai criar uma base de dados experimentais que permitirão melhorar os modelos de circulação do vento, fundamentais para áreas como a produção de energia eólica, o combate a fogos florestais, ou a aviação, por exemplo.

De acordo com os investigadores, a “Serra do Perdigão e das Talhadas reúne condições excecionais” para a campanha experimental que ali está a ser realizada.

O projeto integra diferentes países, como; Dinamarca, Bélgica, Suécia, Espanha, Alemanha, Letónia, Turquia, Estados Unidos da América e Portugal.

Para a concretização deste estudo, os proprietários dos terrenos autorizaram a instalação dos equipamentos necessários à realização da investigação.

Este projeto internacional deverá estar concluído em 2019 e envolve mais de 300 investigadores em vários países.

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