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Europa 2 de setembro de 2016

Idanha-a-Nova: Governo quer reforçar cooperação transfronteiriça

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Governo quer reforçar a cooperação entre Portugal e Espanha, acelerando a execução do Programa Operacional transfronteiriço (POCTEP) entre os dois países nos próximos quatro anos, num investimento superior a 382 milhões de euros.

O Governo quer reforçar a cooperação entre Portugal e Espanha, acelerando a execução do Programa Operacional Transfronteiriço (POCTEP) entre os dois países nos próximos quatro anos, num investimento superior a 382 milhões de euros.

O ministro-adjunto Eduardo Cabrita, que esteve esta 5ª-feira, em Moraleja, Espanha, na inauguração da XX Feira Raiana cuja a organização tem sempre a parceria portuguesa da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. O Ministro disse que o Governo vai reforçar a cooperação transfronteiriça e valorizar o potencial das relações económicas entre Portugal e a região espanhola da Extremadura.

Neste âmbito, pretende acelerar a execução do POCTEP de forma que, nos próximos quatro anos, sejam canalizados para a cooperação entre os dois países investimentos superiores a 382 milhões de euros.

Segundo o governante, os mais de 400 quilómetros de fronteira que Portugal e a Extremadura espanhola partilham, "são um espaço privilegiado de cooperação, conhecimento e colaboração".

No âmbito do POCTEC, Eduardo Cabrita sublinhou que serão aprovados projetos em áreas prioritárias como o crescimento inteligente para a promoção da inovação, crescimento inclusivo para a competitividade empresarial, crescimento sustentável para a prevenção de riscos e melhor gestão dos recursos naturais.

Estes projetos envolvem não só instituições públicas, como também associações empresariais, universidades, empresas, associações dos dois países.

O governante fez ainda alusão à Unidade de Missão para a Valorização do Interior (UMVI) que, brevemente, irá apresentar um conjunto de medidas que pretendem contrariar a tendência de despovoamento e de desinvestimento no interior de Portugal.

Segundo Eduardo Cabrita, essas medidas devem também aproveitar todo o potencial da proximidade a Espanha, incrementando a interação com a Extremadura e afirmando o interior como centralidade no mercado ibérico.

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