Por: Diario Digital Castelo Branco
Os deputados do PS eleitos por Castelo Branco consideram que a posição dos seus homólogos do PSD e do CDS-PP sobre a redução do valor das portagens nas antigas Scut demontra quem defende o interior.
Os deputados do PS eleitos por Castelo Branco consideram que a posição dos seus homólogos do PSD e do CDS-PP sobre a redução do valor das portagens nas antigas Scut demontra quem defende o interior.
O parlamento aprovou na sexta-feira o projeto de resolução apresentado pelo PS para a redução do valor das portagens nas antigas Scut (vias sem custos para o utilizador) A22, A23, A24 e A25.
O projeto relativo às quatro autoestradas teve o voto favorável do PS, do PCP, do BE, do PEV e do PAN e a abstenção do PSD e do CDS.
"Mais uma vez verifica-se que os deputados do PSD e CDS não votaram a favor da redução das portagens nas vias do interior e sem alternativa", referem, em nota de imprensa envida à Lusa, os deputados do PS Hortense Martins e Eurico Brilhante Dias.
Os dois socialistas adiantam que as votações na Assembleia da República permitiram aos portugueses verificar quem se encontra ao lado das populações que representam e quem tem defendido o interior e a coesão territorial.
Adiantam ainda que a redução de portagens agora aprovada no parlamento é uma "decisão justa" e que tem como objetivo repor "algum equilíbrio" numa decisão unilateral, tomada em 2011 pelo então Governo PSD-CDS/PP.
À data, o regime em vigor incluía isenção e descontos para com as populações e empresas dessas regiões, discriminando positivamente esses territórios.
"Coerentes com a decisão que tomaram em 2011, PSD e CDS/PP, uma vez mais, mostraram o que defendem nesta matéria ao não votarem favoravelmente o projeto do PS sobre a redução das portagens (…) optando por abster-se nesta matéria, colocando-se à margem das populações que dizem representar e defender", sustentam os socialistas.
Hortense Martins e Eurico Brilhante Dias sublinham que uma vez mais o PS honrou os seus "compromissos" e recordam que há mais de quatro anos que os socialistas lutam para que seja devolvida "alguma justiça" a estas regiões.
"Aguardamos, portanto, que o governo proceda à execução desta resolução, como aliás afirmou em plenário através do Ministro das Infraestruturas e de forma o mais favorável possível", concluem.
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