Por: Patrícia Calado
Carlos Aires, candidato a Bastonário na Ordem dos Engenheiros, veio até à Delegação de Castelo Branco, na sexta-feira passada, apelar ao voto na sua candidatura, a Lista A. De acordo com o candidato, de 2010 a 2016 foram os “seis piores anos” para os engenheiros, principalmente para a Engenharia Civil devido ao “desemprego e emprego fictício”, justificando que “há limites para a dignidade”.
Carlos Aires, candidato a Bastonário na Ordem dos Engenheiros, veio até à Delegação de Castelo Branco, na sexta-feira passada, apelar ao voto na sua candidatura, a Lista A. De acordo com o candidato, de 2010 a 2016 foram os “seis piores anos” para os engenheiros, principalmente para a Engenharia Civil devido ao “desemprego e emprego fictício”, justificando que “há limites para a dignidade”.
“Instalou-se na sociedade alguma confusão em torno das designações das diferentes qualificações académicas, o que é muito patente nas ofertas de emprego. Também temos assistido a uma paulatina invasão de profissionais de outras áreas nos domínios e na prática de atos exclusivos de engenheiros, o que incompreensível até tem recolhido adequado suporte legal”, disse.
Carlos Aires acusou a Assembleia da República de não “olhar para as engenharias”, esquecendo-se “a economia não funciona sem engenharias”.
“Temos a perfeita e exata noção da imprescindibilidade dos engenheiros no quotidiano do país e da sua importância para a economia nacional e para os órgãos e instituições do Estado, aspetos cuja perceção sentimos ser reduzida e para os quais teremos de despertar e alertar a sociedade”, acrescentou.
Posto isto, um dos objetivos de Carlos Aires passa por mostrar que os engenheiros têm um papel imprescindível, “procurando contrariar o que é apelidado de apagamento dos engenheiros”.
“Queremos uma Ordem dos Engenheiros liderante, aberta à sociedade e reconhecida pela sua importância e seriedade nas abordagens a questões e problemas do país, da economia e da cadeia produtiva e empregador”.
O candidato da Lista A garantiu assim aos engenheiros presentes na Delegação de Castelo Branco que tem condições para liderar esta “equipa de qualidade”, que tem Carlos Almeida e Loureiro, e Fernando de Almeida Santos, como vice-presidentes.
“Uma equipa de qualidade que procurará dar resposta aos objetivos elencados e constantes do nosso programa eleitoral, especialmente focados nos problemas profissionais dos engenheiros, com visões atuais e modernas”.
Carlos Aires assegurou assim que esta é uma lista que garante “prestígio e credibilidade à Ordem dos Engenheiros”.
Armando Afonso, candidato a presidente da direção da Região Centro
Presente igualmente na Delegação de Castelo Branco esteve Armando Afonso, candidato pela lista RA para a Região Centro, que apelou ao voto para estas eleições, visto que, a percentagem “de votantes tem sido baixa, é preciso dar força à Ordem dos Engenheiros”.
Na região centro, a Engenharia Civil, a Eletrotécnica e a Mecânica são os três colégios mais patentes. No entanto, algumas delas não se encontram inscritas na Ordem dos Engenheiros, um paradigma a alterar, de acordo com o candidato da região centro.
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