Por: Diario Digital Castelo Branco
Durante os meses de Abril e Maio de 2016, o documentário "Há Festa no Campo" circulará por vário locais como Idanha-a-Nova e Aldeia de Santa Margarida, Penamacor, Barbaído e Juncal do Campo. A segunda versão do documentário tem como objetivo dar a conhecer as principais dinâmicas sociais e culturais que têm sido desenvolvidas ao longo do projeto a outros locais e populações.
Durante os meses de Abril e Maio de 2016, o documentário "Há Festa no Campo" circulará por vário locais como Idanha-a-Nova e Aldeia de Santa Margarida, Penamacor, Barbaído e Juncal do Campo. A segunda versão do documentário tem como objetivo dar a conhecer as principais dinâmicas sociais e culturais que têm sido desenvolvidas ao longo do projeto a outros locais e populações.
Segundo o comunicado enviado ao Diário Digital, no dia 6 de Abril o documentário apresenta-se em Idanha-a-Nova e Aldeia de Santa Margarida e, no dia 13 de Abril, ruma a Penamacor para nova apresentação. Em Maio será a vez das apresentações nas aldeias do Barbaído e Juncal do Campo.
"A produção do documentário “Há Festa no Campo” é um trabalho em construção que acompanha o desenvolvimento do projeto, desde a exploração dos lugares e a relação com as pessoas, das suas memórias e saberes, até aos seus desejos. Este documentário está em construção e apresenta-se em mostras anuais enquanto ferramenta artística para a inclusão social. Apresenta as suas propostas de atuação com exemplos reais, apresenta os agentes de mudança e as suas reflexões, apresenta aqueles que acreditaram nestas aldeias enquanto exemplos com potencial de referência para o desenvolvimento local. Os momentos registados são a mensagem que pretendemos impulsionar noutros territórios de baixa densidade, a criação de uma estratégia de desenvolvimento e a não resignação face à descrença e sustentabilidade do seu território. Este documentário não está concluído, é a sua, apresentação e discussão que vai originar debates construtivos e inspirativos para o documentário final estar concluído no final de 2016, é aqui, que ainda poderá contribuir com as suas ideias, experiências e partilhas… e contribuir para a riqueza deste documentário enquanto instrumento de transformação social." - adiantam os responsáveis das associações Terceira Pessoa e EcoGerminar, promotoras do projeto.
Durante estas mostras pretende-se difundir o trabalho que está a ser realizado nas aldeias da União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo e, ao mesmo tempo, reflectir sobre o mesmo. Este é um filme que se constrói com os contributos de várias pessoas e comunidades. Será através destes contributos que se chegará à versão final do filme-documentário, a estrear no último trimestre de 2016.
"O projeto tem, cada vez mais, suscitado o interesse de outras pessoas e de outros lugares. Essa curiosidade acaba por ser também uma forma de validar o processo que tem estado a ser desenvolvido nas aldeias. São várias as pessoas, associações e instituições que nos pedem para irmos apresentar o projeto às suas localidades de forma a impulsionar o desenvolvimento de dinâmicas semelhantes nesses locais. O projeto acaba quase por funcionar como uma inspiração para que novos projetos de desenvolvimento de territórios em situação de isolamento e abandono acabem por ganhar novas vias de futuro e de crença nas suas comunidades."
O documentário conta com a realização de Pedro Pires e Tiago Moura, participação e Diamantino Simão, edição de Cátia Santos, produção de Ana Gil e Nuno Leão.
"Há Festa no Campo" é um projeto da Associação EcoGerminar e Terceira Pessoa Associação, que conta com apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian/Desenvolvimento Humano e parceria da Escola ETEPA e União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo.
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