Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Região 17 de março de 2016

Castelo Branco: HAL pretende “humanizar” o final da vida

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Liga dos Amigos do Hospital Amato Lusitano (HAL), em colaboração com a Equipa Intra-hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos e o Serviço de Medicina Interna do HAL, pretendem melhorar a coordenação e a prestação de cuidados aos doentes, em que apesar de toda a terapêutica, intervenções e cuidados, não existem expectativas de melhoria do seu estado de saúde, proporcionando então o máximo de conforto e qualidade assistencial. 

A Liga dos Amigos do Hospital Amato Lusitano (HAL), em colaboração com a Equipa Intra-hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos e o Serviço de Medicina Interna do HAL, pretendem melhorar a coordenação e a prestação de cuidados aos doentes, em que apesar de toda a terapêutica, intervenções e cuidados, não existem expectativas de melhoria do seu estado de saúde, proporcionando então o máximo de conforto e qualidade assistencial. 

Para isso, um grupo de 7 profissionais (duas médicas, três enfermeiros, uma assistente social e uma psicóloga) juntamente com 7 voluntários (um sacerdote, duas assistentes sociais e quatro voluntárias do Hospital Amato Lusitano) deslocaram-se à Unidade de Cuidados Paliativos (UCP) de San Camilo, do Centro de Humanização da Saúde em Três Cantos, Madrid, anuncia o comunicado enviado ao Diário Digital.

Este grupo de trabalho multidisciplinar, através da visita e curso presencial administrado por Pablo Sastre, responsável da Unidade e Magdalena Cegarra, médica a exercer na UCP, contactaram com uma nova visão de prestação de cuidados de saúde, onde adquirem importância os critérios de excelência do cuidado como a ternura, a amabilidade, a compreensão, a generosidade, a sensibilidade, a compaixão, o compromisso, o humor, a proximidade, a humildade, ao doente e seus familiares ou a carga emocional manifestada, assumindo a pessoa doente a centralidade, em vez do mero diagnóstico médico ou o número da cama, com melhoria e humanização evidente dos cuidados prestados, em situações tão complexas do ponto de vista técnico e humano. 

Esta equipa observou dinâmicas de trabalho em que as decisões são tomadas em equipa multidisciplinar e por consensos clínicos. Para isso todos os profissionais e voluntários da Unidade de Cuidados Paliativos de San Camilo têm formação em comunicação de más notícias e processo de luto, entre muitos outros assuntos.

Afirmaram que tiveram de mudar a forma de ver os tratamentos clínicos, em que quando já não “têm nada para oferecer”, ou seja, quando os doentes deixam de ser subsidiários de medidas agressivas, procuram oferecer cuidados que têm como objetivo, o máximo bem-estar da pessoa doente.

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!