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Região 20 de setembro de 2015

Castelo Branco: "Com o PS não haverá aventuras nem brincadeiras" - António Costa

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O secretário-geral do PS afirmou este domingo que as duas próximas semanas serão "decisivas" para "correr com eles" (coligação PSD/CDS) do Governo, contrapondo que, com os socialistas, não haverá aventuras ou brincadeiras e o Estado social será preservado.

O secretário-geral do PS afirmou este domingo que as duas próximas semanas serão "decisivas" para "correr com eles" (coligação PSD/CDS) do Governo, contrapondo que, com os socialistas, não haverá aventuras ou brincadeiras e o Estado social será preservado.

António Costa falava no encerramento de um comício do PS que juntou muitos militantes e simpatizantes socialistas no pavilhão de exposições do Núcleo Empresarial da Região de Castelo Branco (NERCAB).

Ao longo de cerca de 20 minutos de discurso, o secretário-geral do PS acusou a maioria PSD/CDS de pretender destruir o modelo social do país e dramatizou o que está em causa nas próximas eleições legislativas.

"Importa saber se queremos melhorar a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde, defendendo o sistema público de pensões, ou se estamos disponíveis para correr o risco de privatizar a Segurança Social, desmembrar o Serviço Nacional de Saúde e a escola pública. Eu digo: Connosco não há aventuras, connosco não há brincadeiras", apontou.

Perante um pavilhão cheio, o líder socialista abriu a sua intervenção com uma tentativa de evidenciar a questão política das eleições de 4 de outubro, advogando que "as duas próximas semanas serão decisivas para o país".

"Chegou a hora de dizer na cara deste Governo e na cara da coligação de direita aquilo que todos os dias nos dizem: Que está na hora de mudar de política, de acabar com este Governo e dar uma vitória ao PS", disse.

Mas António Costa foi ainda mais incisivo no apelo ao voto no PS, agora para combater a ideia de que, com a coligação PSD/CDS, haverá uma correção de algumas políticas nos próximos anos.

"Não vale a pena a ilusão de que eles perceberam que erraram, porque eles dizem que não se arrependem de nada. Só há uma solução que é chumbá-los, correr com eles e dar a vitória ao PS", reforçou.

No seu discurso, em resposta a críticas que lhe têm sido dirigidas pela maioria PSD/CDS, o líder socialista considerou que "é preciso descaramento" para a coligação PSD/CDS acusá-lo de pretender cortar nas pensões, quando o atual Governo "se comprometeu em Bruxelas cortar 600 milhões de euros nas pensões".

"Nós só temos uma palavra. Com o PS não haverá corte das pensões, mas haverá reposição integral das pensões cortadas por este Governo", acrescentou, recebendo palmas.

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