Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) quer que na próxima legislatura se proceda à implementação de um metro de superfície que ligue duas das cidades do distrito, designadamente Castelo Branco e Guarda.
A União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) quer que na próxima legislatura se proceda à implementação de um metro de superfície que ligue duas das cidades do distrito, designadamente Castelo Branco e Guarda .
"(...) requalificando e eletrificando integralmente a via-férrea entre a Covilhã e a Guarda, bem como melhorando o material circulante e adequando os horários à procura e, por esta via, implementando o metro de superfície entre Castelo Branco-Fundão-Covilhã-Belmonte-Guarda e vice-versa", lê-se no "Manifesto pelo Desenvolvimento pelo Trabalho com Direito por uma Vida Digna".
O documento, que foi aprovado por unanimidade num encontro distrital sindical que a USCB realizou na Covilhã e que apresenta a estratégia de desenvolvimento económico, social e territorial defendida pela USCB, foi hoje enviado à agência Lusa e será agora apresentado "às forças concorrentes a estas eleições", informa aquela estrutura sindical.
Entre as propostas para o distrito encontra-se também a reivindicação de "eliminar as portagens na A23" e de devolver o sistema Scut [sem custos para o utilizador] "esta via estruturante do sistema rodoviário da Beira Interior", que liga Guarda a Torres Novas.
A construção das ligações de Idanha-a-Nova e Penamacor à A23, a construção do IC31 entre Castelo Branco e Monfortinho, a construção do IC6 e a requalificação das estradas municipais e intermunicipais estão igualmente incluídas.
Segundo o manifesto, é ainda importante que o desenvolvimento do distrito passe pela revitalização do aparelho produtivo e diversificação das atividades económicas, pela modernização e revitalização do mundo rural, pelo reforço da formação e qualificação profissional e pela dignificação do trabalho e melhoria das condições de vida trabalho e população.
Nesse sentido, entre as medidas que a USCB quer ver aplicadas conta-se a da consolidação da indústria têxtil, a da gestão da floresta, a da promoção do turismo e a da requalificação do tecido urbano, bem como a da reposição da taxa de 6% de IVA para os bens e serviços do cabaz básico e de 13% para a restauração ou ainda o alargamento da base de tributação do IRC.
A atualização do salário mínimo nacional para os 540 euros em 2015 e para 600 euros a partir de janeiro do próximo ano, a reposição das 35 horas semanais para a administração pública, a redução do IRS com a criação de mais escalões e com a eliminação da sobretaxa são outras das propostas apresentadas.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet