Por: Patrícia Calado
O deputado do Bloco de Esquerda, Luís Fazenda, veio até ao concelho albicastrense com o intuito de auscultar a população de Alcains relativamente à possível instalação da empresa Valamb Ltd, na freguesia de Alcains, junto ao limite territorial com a freguesia de Castelo Branco.
O deputado do Bloco de Esquerda, Luís Fazenda, veio até ao concelho albicastrense com o intuito de auscultar a população de Alcains relativamente à possível instalação da empresa Valamb Ltd, na freguesia de Alcains, junto ao limite territorial com a freguesia de Castelo Branco.
Na última sexta-feira, Luís Fazenda esteve presente numa sessão pública, que decorreu no Salão da Junta de Freguesia de Alcains, que contou igualmente com a participação da Associação Triplo A - Associação Ambientalista de Alcains.
Recorde-se que o deputado já questionou o Governo, através do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, no passado dia 27 de maio, acerca da instalação da empresa em questão. No entanto, ao Diário Digital de Castelo Branco, Luís Fazenda avançou que continua a aguardar resposta. “Estou a insistir junto do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia”.
Questionado sobre a posição do Bloco de Esquerda relativamente à instalação desta unidade industrial, Luís Fazenda afirmou que o partido pretende “que haja um estudo de impacte ambiental”.
“A decisão do Ministério do Ambiente tem de ser fundamentada em todos os pontos, desde a saúde pública às questões ambientais”, referiu o deputado ao Diário Digital de Castelo Branco.
Luís Fazenda insiste no estudo de impacte ambiental, sendo necessário “preservar o princípio da precaução para a segurança da população”. O deputado deseja que o estudo seja realizado e apresentado “a todos os cidadãos e, particularmente, aos de Alcains”.
Para além de auscultar a população da freguesia de Alcains, o deputado do Bloco de Esquerda reuniu-se com Luís Correia, Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco.
“O Presidente da Câmara Municipal apresentou alguns dados e informações que recolheu. Mas, a responsabilidade é do Ministério do Ambiente, o funcionamento da empresa não depende da Câmara Municipal”, referiu.
Luís Fazenda, que dedicou a sua visita à temática ambiental no concelho de Castelo Branco, garantiu que tudo depende do estudo de impacte ambiental, pois caso se conclua que “não há qualquer efeito para a saúde pública nem para o ambiente, isso pode tranquilizar a população”. Contudo, caso contrário, “teremos de contestar a instalação”, concluiu.
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