Por: Patrícia Calado
57 Anos depois da inauguração do Centro Desportivo Recreativo e Cultural de Vila Velha de Ródão (CDRC), a sede foi remodelada, marcando assim uma nova era na vida da coletividade.
57 Anos depois da inauguração do Centro Desportivo Recreativo e Cultural de Vila Velha de Ródão (CDRC), a sede foi remodelada, marcando assim uma nova era na vida da coletividade.
A remodelação do edifício, com 440 m2, é um passo dado para a continuação da atividade do CDRC para a realização de atividades de natureza recreativa e desportiva para toda a comunidade de Vila Velha de Ródão. Tanto a Câmara Municipal como a população foram cruciais para a concretização deste projeto
“Quando pensámos nesta obra, estávamos já no final do Quadro Comunitário, mas as pessoas acreditaram. O projeto foi elaborado, foi discutido por todos os elementos da direção, mais do que uma vez. Foram os técnicos da Câmara Municipal que fizeram o projeto… Com equipas destas, conseguimos realizar estas obras”, referiu o Presidente da Autarquia, Luís Pereira.
Apesar da sede do CDRC ter sido totalmente remodelada, inicialmente o plano não era esse. De acordo com António Carmona Mendes, Presidente do CDRC, a intenção passava por remodelar as casas de banho e de substituir o telhado, pois deixava passar a chuva. No entanto, o CDRC conseguiu angariar ajuda do Município e da Adraces, que também tem uma sede em Vila Velha de Ródão.
“Éramos para substituir apenas as casas de banho e o telhado, mas perante a insistência do Presidente da Câmara Municipal e com as portas abertas da ADRACES que nos dizia que era possível realizar estas remodelações, sempre foram parceiros desde que vieram para Vila Velha de Ródão. Contámos com as facilidades que a Câmara Municipal nos colocou no terreno, nomeadamente os técnicos”, sublinhou António Carmona Mendes.
Através do programa Leader/PRODER, a Adraces comparticipou as obras de remodelação no montante de 112 mil euros, sendo que, no total a nova sede estava orçamentada em 149 mil euros. Assim, a Adraces foi um parceiro fundamental para a construção desta nova casa das gentes de Vila Velha de Ródão. António Realinho, diretor da Adraces, salientou a importância da Adraces em causas como esta.
“Fizemos aquilo que era a nossa obrigação. As instituições existem e o nosso trabalho é dar o contributo para as mesmas. Trabalhamos com um objetivo: trabalhar para as pessoas. O CDRC é um tipo de instituição que tem muito a ver com aquilo que é a nossa cultura regional, que é baseada nas instituições com estas características, a nossa missão é preservá-las”, contou António Realinho.
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