A nova produção da companhia portuguesa Vórtice Dance, “Drácula”, coreografada pelos bailarinos Cláudia Martins e Rafael Carriço, estreia hoje em solo nacional no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
A digressão nacional passará também por Leiria, a 08 de junho, quarta-feira, e estará em Castelo Branco dia 15 de Julho.
A nova produção da companhia portuguesa Vórtice Dance, “Drácula”, coreografada pelos bailarinos Cláudia Martins e Rafael Carriço, estreia hoje em solo nacional no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
A digressão nacional passará também por Leiria, a 08 de junho, quarta-feira, e estará em Castelo Branco dia 15 de Julho.
A nova produção da companhia portuguesa Vórtice Dance, “Drácula”, coreografada pelos bailarinos Cláudia Martins e Rafael Carriço, estreia hoje em solo nacional no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
Drácula vai buscar inspiração ao clássico literário de Bram Stoker, mas também à obra cinematográfica de Francis Ford Coppola (1992), ao filme original, de 1931, protagonizado por Bela Lugosi e a filmes de terror.
“Queremos, com este espetáculo, transmitir o medo que o ser humano tem, o medo, o terror, o pânico”, disse à agência Lusa Rafael Carriço.
Explicou que a nova criação da Vórtice Dance Company – cuja estreia mundial aconteceu a 29 de abril, na Ópera da Macedónia, por ocasião do Dia Mundial da Música – não foca o Drácula de Bram Stoker de uma maneira literal “mas antes numa perspetiva mais contemporânea”.
No entanto, argumentou, "quem leu o livro consegue aperceber-se, em alguns momentos, do livro de Bram Stoker, ou de alguns momentos do filme do Coppola ou do primeiro filme do Drácula. É esse o trabalho, é essa a nossa inspiração”.
A digressão nacional que hoje se inicia na Figueira da Foz, passa por Leiria, a 08 de junho, quarta-feira, seguindo depois para Castelo Branco.
Produzido em colaboração com a Ópera da Macedónia, instituição que cede bailarinos ao elenco, Drácula estreou mundialmente em Skopje, capital daquele país do leste europeu e teve uma receção “muito positiva”, frisou Rafael Carriço.
“Tivemos cerca de 20 minutos de aplausos, o público quer que voltemos à Macedónia para repetir o espetáculo”, garantiu.
Conhecedor, para além da Macedónia, de vários palcos internacionais, em países como a Itália, Espanha, ou Brasil, entre outros, o coreógrafo admite que os públicos diferem de país para país.
“Cada público é um público. Cada povo tem uma maneira de viver e uma cultura própria que o faz reagir de maneira diferente à nossa arte”, sublinhou.
“Há uns que batem mais palmas, uns que gostam mais ou que entendem mais, há público mais entendido do que outro. Mas nós, com o nosso trabalho, tentamos chegar a todo o público, não só ao entendido mas ao público em geral”, acrescentou o responsável da companhia Vórtice Dance.
Associada à estreia nacional de Drácula, chegou a estar prevista, para a Figueira da Foz, uma campanha de recolha de sangue entre a população, adiada, segundo Rafael Carriço, por dificuldades logísticas mas que poderá ainda acontecer ao longo da digressão nacional.
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