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País 15 de setembro de 2014

Maria de Lurdes Rodrigues diz que foi condenada "sem qualquer prova direta"

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues considerou hoje que foi condenada pelo crime de prevaricação de titular de cargo público "sem qualquer prova direta", qualificando a sentença de "injusta" e de "enorme gravidade".

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues considerou hoje que foi condenada pelo crime de prevaricação de titular de cargo público "sem qualquer prova direta", qualificando a sentença de "injusta" e de "enorme gravidade".

Maria de Lurdes Rodrigues foi condenada pelas Varas Criminais de Lisboa a três anos e seis meses de prisão, com pena suspensa e pagamento de 30 mil euros ao Estado, por ter, segundo o coletivo de juízes, beneficiado João Pedroso, irmão do antigo ministro socialista Paulo Pedroso, solicitando-lhe um trabalho de compilação de legislação do Ministério, sem lançar concurso público.

Em posição sobre a sentença, enviada por escrito à Lusa, Maria de Lurdes Rodrigues alega que o trabalho em causa "era necessário" e que as testemunhas ouvidas, incluindo quatro ex-ministros da Educação (dois do governo PS e dois de governo do PSD/CDS) confirmaram a "necessidade e importância" do trabalho encomendado a João Pedroso.

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