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Região 21 de agosto de 2014

Castelo Branco: ASAE apreendeu 10 milhões de euros em produtos contrafeitos no primeiro semestre deste ano

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) efetuou no primeiro semestre de 2014 apreensões de material superior a 10 milhões de euros, disse esta 5ª-feira o secretário de Estado Adjunto e da Economia, em Castelo Branco.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) efetuou no primeiro semestre de 2014 apreensões de material superior a 10 milhões de euros, disse esta 5ª-feira o secretário de Estado Adjunto e da Economia, em Castelo Branco.

"A nível de contrafação, houve uma maior atenção na cadeia de valor. Talvez não seja só na venda do produto final, mas também na sua produção. Houve uma maior atenção em relação a esse aspeto", referiu Leonardo Mathias, durante uma visita realizada às instalações da ASAE, em Castelo Branco.

O governante, que se fez acompanhar do inspetor-geral da ASAE, Pedro Gaspar, explicou ainda que o total de produtos apreendidos no âmbito da contrafação, durante o primeiro semestre de 2014, é seis vezes superior ao valor relativo ao período homólogo de 2013.

Leonardo Mathias justificou este aumento de apreensões não só com o aumento da atividade económica no país mas também com "uma maior eficácia" ao nível da fiscalização por parte da ASAE.

"Sem dúvida nenhuma que os números falam numa maior eficácia, discreta, mas maior eficácia da ASAE, a nível da fiscalização", sublinhou.

A ASAE tem em Castelo Branco um armazém com 2.000 metros quadrados praticamente cheio de material apreendido e outro, com 1.500 metros quadrados, no Mercado Abastecedor da Região de Lisboa (MARL), perspetivando-se a construção de um terceiro armazém.

Neste âmbito, o governante sublinhou que muitos destes produtos armazenados "não podem ser doados nem destruídos", porque se encontram em tribunal ou em juízo.

"Os nossos tribunais precisam de ser mais rápidos e a decisão tem que ser mais célere, porque se há produtos que podem ser doados, então talvez não precisemos de tanto espaço. É importante que haja decisões mais rápidas", referiu o secretário de Estado.

Leonardo Mathias acrescentou ainda que o que acontece é que existe material desde 2006, 2007, ou 2008.

“Não queremos ter este material. Das duas uma, ou ele tem que ser destruído ou pode ser doado a quem necessite e nós sabemos que há quem necessite", disse.

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