Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A intervenção sobre o património pode ser um fator de criação de riqueza e emprego, "sempre que contribua para a sustentabilidade das populações que residem no território", sustentou hoje o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.
A intervenção sobre o património pode ser um fator de criação de riqueza e emprego, "sempre que contribua para a sustentabilidade das populações que residem no território", sustentou hoje o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.
No arranque da segunda edição do FRONTEIRAS, um seminário luso-espanhol de arquitetura, património e paisagem, que decorre até sábado em Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto desafiou os participantes a apresentarem projetos para melhorar a mobilidade no acesso ao castelo de Monsanto e para preservar e valorizar "o riquíssimo património histórico-cultural de Idanha-a-Velha".
Mais de 85 pessoas dos dois lados da fronteira, entre estudantes e profissionais de arquitetura, estão a participar neste encontro durante toda a semana, trabalhando as realidades das aldeias históricas de Idanha-a-Velha e Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, e ainda de Alcántara, em Espanha.
O seminário visa promover as relações transfronteiriças, dando especial atenção às questões relacionadas com a desertificação do interior e do desenvolvimento territorial.
Para isso, promove “workshops”, sessões críticas e conferências com conceituados arquitetos portugueses e espanhóis.
O FRONTEIRAS tem como promotores institucionais o município de Idanha-a-Nova, a Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova e o Ayuntamento de Alcántara.
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