Cimentos: Acionistas da Cimpor decidem hoje como será aplicado o lucro de 2010

Os acionistas da Cimpor decidem na assembleia geral (AG) de hoje a forma como será aplicado o lucro de 2010 e a elegem um novo administrador.

  • Economia
  • Publicado: 2011-04-18 06:29
  • Autor: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Os acionistas da Cimpor decidem na assembleia geral (AG) de hoje a forma como será aplicado o lucro de 2010 e a elegem um novo administrador.

Estes são dois dos 10 pontos da ordem de trabalhos da reunião, agendada para as 10:30 na Culturgest, em Lisboa.

Os acionistas da cimenteira deverão “deliberar sobre os documentos de prestação de contas, incluindo o relatório de gestão, o relatório sobre o governo societário e as demonstrações financeiras" relativos ao exercício de 2010, segundo um comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Segundo a ordem de trabalhos da assembleia-geral, os acionistas deverão também “deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados” que, em 2010, atingiram os 241,8 milhões de euros.

A proposta do conselho de administração da cimenteira para a aplicação do lucro do ano passado integra a “atribuição de gratificações aos membros da comissão executiva e aos restantes colaboradores ao serviço no final de dezembro de 2010 nos montantes máximos de, respetivamente, 2.200.000 euros e 800.000”.

A proposta inclui ainda a “distribuição aos acionistas de um dividendo bruto de 0,205 euros por ação”.

Na AG será eleito o novo administrador da Cimpor, na sequência da renúncia de Álvaro Luís Veloso, comunicada na quarta-feira.

Os acionistas vão também deliberar sobre a política de remunerações dos membros dos órgãos de administração e a alienação de ações próprias.

Em discussão estará ainda a relação da Cimpor com as sociedades KANDMAD – Sociedade Gestora de Participações Sociais e CIMPOR – Serviços de Apoio à Gestão de Empresas, surgindo como o opções a dissolução, a alienação das quotas/ações ou a manutenção da situação atual.

O conselho de administração propõe a manutenção do "domínio total" da Cimpor sobre as duas sociedades.

A Cimpor é atualmente detida maioritariamente pelas brasileiras Camargo Correa (32,9 por cento) e Votorantim (21,2 por cento).

São também acionistas da Cimpor a Caixa Geral de Depósitos (9,6 por cento), a Investifino, do empresário Manuel Fino (10 por cento), e o Fundo de Pensões do BCP (10 por cento).

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