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Região 13 de maio de 2014

Federação quer turismo rural integrado na oferta do país em mercados externos

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Federação Portuguesa de Turismo Rural (FPTR) defendeu hoje, em Coimbra, que o turismo rural é "o parente pobre" do setor em Portugal, defendendo a sua integração na estratégia de promoção em mercados externos.

A Federação Portuguesa de Turismo Rural (FPTR) defendeu hoje, em Coimbra, que o turismo rural é "o parente pobre" do setor em Portugal, defendendo a sua integração na estratégia de promoção em mercados externos.

O turismo rural, de momento, "não é considerado sequer um produto" e "não está incluído" na promoção do turismo nacional nos mercados externos, criticou o vice-presidente da FPTR, Armindo Jacinto.

Segundo este responsável, em 2011, foram registadas "apenas 800 mil dormidas", o que "é um número baixíssimo", por não haver promoção do produto a nível internacional, frisou, recordando que a Áustria "tem uma dimensão menor que Portugal e registou 22 milhões de dormidas" no âmbito do turismo rural.

Armindo Jacinto sublinhou a necessidade de "Portugal apostar numa oferta diversificada enquanto marca de turismo", considerando que neste momento a estratégia está centrada em promover "Algarve, Lisboa e Madeira".

O turismo rural "pode contribuir para o PIB [Produto Interno Bruto] e para o desenvolvimento dos territórios rurais", observou o vice-presidente da FPTR, durante a apresentação do I Congresso Nacional de Turismo Rural, que se realiza a 20 e 21 de junho, em Oleiros.

Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro, também presente na sessão, constatou que este produto tem "uma componente económica importante", ao estar relacionada "diretamente com os setores primários".

A aposta do turismo rural nos territórios "de baixa densidade" permitiria "dinamizar a inclusão social, pois este produto ajuda a combater a desertificação e a fixar as pessoas", salientou.

O presidente da Turismo do Centro referiu que, "no âmbito do Portugal 2020 [programa de fundos europeus], poderão ser criados novos instrumentos financeiros para esta atividade", ao apresentar-se o turismo rural "como um elemento diferenciador".

"Este é um produto que claramente vai ter crescimento", disse.

Além do I Congresso Nacional de Turismo Rural, a federação também vai realizar vários encontros regionais antes do evento, estando já marcado um em Viana do Castelo, a 15 de maio, e outro em Loulé, a 22 de maio.

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