Por: Diario Digital Castelo Branco
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou hoje que «os próximos anos serão radicalmente diferentes» e, sem anunciar medidas concretas, falou em «fazer a função pública respirar», em «remover entorses» e «corrigir situações».
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou hoje que «os próximos anos serão radicalmente diferentes» e, sem anunciar medidas concretas, falou em «fazer a função pública respirar», em «remover entorses» e «corrigir situações».
Durante uma conferência sobre o pós-troika, promovida pelo Diário Económico, num hotel de Lisboa, o chefe do executivo PSD/CDS-PP afirmou discordar da ideia defendida pelo Presidente da República, Cavaco Silva, de que houve «sacrifícios talvez excessivos» impostos a funcionários públicos e pensionistas.
Segundo Passos Coelho, as medidas adoptadas foram as «adequadas face às necessidades». Contudo, interrogando-se se «é justo ter de ir aos rendimentos das pessoas», acrescentou: «Não, isso não é justo, é profundamente injusto». Em seguida, situou a origem da injustiça no passado: «O que aconteceu em Portugal em 2011 é profundamente injusto».
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