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Região 21 de abril de 2014

Sertã reivindica articulação de cuidados primários e hospitalares no concelho

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Os municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo reiteraram hoje a reivindicação de criação de uma Unidade Local de Saúde, que articule os cuidados primários com os hospitalares, de forma a minimizar a degradação dos serviços de saúde na região.

Os municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo reiteraram hoje a reivindicação de criação de uma Unidade Local de Saúde, que articule os cuidados primários com os hospitalares, de forma a minimizar a degradação dos serviços de saúde na região.

Os presidentes dos 13 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) lembram, em comunicado hoje divulgado, que, segundo dados de março, são já cerca de 38.000 os utentes sem médico de família numa região que possui três hospitais (Abrantes, Tomar e Torres Novas), reunidos no Centro Hospitalar do Médio Tejo.

“A agregação, numa única entidade pública empresarial, dos hospitais e dos centros de saúde existentes na região do Médio Tejo viabilizaria a partilha e a otimização dos recursos e consequentemente a melhoria da prestação dos diferentes tipos de cuidados de saúde, incluindo os cuidados de saúde continuados à população, na qual existe uma faixa etária deveras envelhecida nesta região”, afirma a nota.

“Esta agregação, face à coincidência única no país de haver no Médio Tejo três Hospitais, cuja localização geográfica é relativamente equidistante no território, bem como às exigências cada vez maiores das populações em matéria de acesso e satisfação das suas necessidades em saúde, com níveis de qualidade acrescidos, impõe, face aos atuais estrangulamentos, que se proceda a uma reengenharia do sistema de saúde numa perspetiva organizacional”, acrescentam os autarcas.

A presidente da CIMT, Maria do Céu Albuquerque, disse à Lusa que os municípios têm vindo a reivindicar a criação de uma Unidade Local de Saúde na região, posição que decidiram reiterar agora tendo em conta a degradação dos cuidados de saúde primários e hospitalares.

A também presidente da Câmara Municipal de Abrantes adiantou que na última reunião do conselho intermunicipal foi decidido pedir uma reunião ao ministro da Saúde, Paulo Macedo, já que os municípios da região querem que a criação da ULS do Médio Tejo seja “ponderada e estudada tão breve quanto possível”.

“Porque se constatam situações críticas, gravosas e problemáticas para a população em causa, parece pertinente e justificativa a necessidade de uma nova ponderação sobre a criação da ULS – Unidade Local de Saúde do Médio Tejo, com eventuais adaptações face às experiências já ocorridas em outros locais do país”, afirma o comunicado hoje divulgado.

Para os autarcas, a ULS poderá ajudar a minimizar a degradação dos serviços de saúde no Médio Tejo, contribuir para a otimização da eficiência técnica das organizações de saúde na região e melhorar os resultados de saúde das respetivas populações.

A CIMT integra os municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

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