Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
As respostas às duas questões colocadas aos eleitores da Crimeia no referendo de domingo poderão definir por muito tempo as relações entre a Rússia e o ocidente, que conhecem a sua pior fase desde o final da Guerra Fria.
As respostas às duas questões colocadas aos eleitores da Crimeia no referendo de domingo poderão definir por muito tempo as relações entre a Rússia e o ocidente, que conhecem a sua pior fase desde o final da Guerra Fria.
“Aprova a reunificação da Crimeia com a Rússia como membro da federação da Rússia?”; “Aprova a restauração da Constituição da Crimeia de 1992 e o estatuto da Crimeia como fazendo parte da Ucrânia?”, são as questões do referendo, onde se resume o dilema com que se confrontam os eleitores de uma região com dois milhões de habitantes, na maioria de origem russa, e com uma superfície semelhante à do Alentejo, mas cujo desfecho poderá encerrar o período de “desanuviamento” entre o ocidente e a Rússia, 25 anos após a queda do muro de Berlim, a posterior desintegração do bloco de leste e a dissolução da URSS.
A Constituição de 1992, adotada após o fim da União Soviética mas rapidamente abolida, previa para a península da Crimeia um estatuto de Estado independente no seio da república da Ucrânia.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet