Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Câmara de Belmonte pretende construir, a curto prazo, um novo parque empresarial que contribua para a fixação de empresas naquele concelho, revelou hoje à agência Lusa o presidente da autarquia, António Dias Rocha.
A Câmara de Belmonte pretende construir, a curto prazo, um novo parque empresarial que contribua para a fixação de empresas naquele concelho, revelou hoje à agência Lusa o presidente da autarquia, António Dias Rocha.
"Queremos criar condições para que as empresas que queiram fixar-se no concelho o possam fazer. Nesse sentido, e porque o atual parque está praticamente lotado, estamos já à procura de soluções para criar um novo espaço empresarial", afirmou.
António Dias Rocha explicou que este projeto se prende com uma política de atração de empresas e consequente criação de emprego, que o município quer dinamizar.
"Prometemos às pessoas que tudo faríamos para criar mais empregos e é isso que vamos fazer. Vamos tentar cativar empresas, recordando-lhes o potencial da nossa localização geográfica (estamos entre a Covilhã e a Guarda e a dois passos de Espanha), das nossas acessibilidades (somos servidos pela A23) e também das condições que temos, ou que criaremos, para as acolher", apontou.
O autarca referiu também que, enquadrado nessa política de atração de empresas, o executivo camarário aprovou recentemente a alteração do regulamento de atribuição de lotes para o atual parque empresarial da vila.
"Tínhamos duas empresas ali instaladas que precisavam de mais terreno para ampliarem a atividade, mas isso não era possível porque o regulamento previa que só se atribuísse um lote por cada empresa. Ora, consideramos que isso não tem razão de ser, principalmente se impedir o crescimento de empresas e a criação de postos de trabalho", justificou.
O presidente da câmara esclareceu ainda que, após a atribuição de novos lotes às referidas empresas, o atual parque empresarial ficará apenas com "dois ou três lotes disponíveis", número que considera "muito baixo" em termos de oferta e que o levou a pensar em alternativas, como a construção de um novo parque empresarial.
"Se tivermos uma empresa interessada, não ficaremos sem lhe dar resposta por falta de lotes", garantiu.
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