Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Penso que Portugal não vai apresentar um pedido de assistência financeira”, disse Juncker, considerando no entanto, que a situação no país “é muito complicada”.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro português, José Sócrates apresentou a demissão depois da oposição ter reprovado no Parlamento um novo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC 4).
Para Juncker, o futuro Governo português não terá escolha:
“Pouco importa quem esteja no poder em Lisboa, ele deverá saber que os objetivos orçamentais terão de ser rigorosamente respeitados”, disse.
O referido plano de austeridade visa garantir uma redução do défice público português para 4,6 do PIB em 2011, depois para 3% em 2012 e 2% em 2013.
A crise portuguesa lançou alguma preocupação na Cimeira Europeia que hoje termina em Bruxelas.
Na quinta-feira, vários dirigentes da União Europeia declaram-se prontos a ajudar Portugal se for necessário, recorrendo ao Fundo Monetário Internacional (FMI), como fizeram com a Irlanda, no final de 2010.
Um empréstimo de 75 mil milhões de euros será “apropriado” para Portugal, disse Juncker na quinta-feira.
Hoje, o presidente do eurogrupo lembrou que compete ao Governo português e só a ele decidir se deve ou não pedir ajuda financeira.
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