Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Sindicato dos Professores da Região Centro critica a transferência de alunos de Castelo Branco para outra escola que esteve encerrada por falta de condições, mas o agrupamento diz que a solução é provisória e assegura não haver problemas.
O Sindicato dos Professores da Região Centro critica a transferência de alunos de Castelo Branco para outra escola que esteve encerrada por falta de condições, mas o agrupamento diz que a solução é provisória e assegura não haver problemas.
"Depois de há alguns anos encerrada, alegadamente por não reunir as condições mínimas de funcionamento, a escola do 1.º ciclo do Matadouro, em Castelo Branco, voltou a receber alunos", provenientes da escola da escola do 1.º ciclo Horta D’Alva, pode ler-se no comunicado enviado hoje à agência Lusa pela direção distrital do sindicato (SPRC).
O organismo explica que, "sem que nada o fizesse supor, o início do segundo período foi marcado pelo regresso a esta escola" de um grupo de cerca de vinte alunos.
A Horta D’Alva, acrescenta, tinha sido intervencionada não há muito tempo e reunia “as condições necessárias para albergar quatro turmas".
O sindicato diz que "é estranho que haja alterações da rede escolar, com o ano letivo a decorrer, sem aparentes motivos que o justifiquem", e questiona os motivos para que se reabra "uma escola sem condições para encerrar outra, que está pleno e normal em funcionamento".
"A escola do Matadouro foi encerrada por manifesta falta de condições aquando da construção do Centro Escolar na EBI Escola Cidade de Castelo Branco", insiste.
À Lusa, o presidente da comissão administrativa provisória do Agrupamento de Escolas Nuno Álvares explicou que a Câmara de Castelo Branco pretende realizar uma intervenção na escola Horta D’Alva.
"Em articulação connosco e com os pais e encarregados de educação dos alunos foi arranjada uma solução provisória que passa pela mudança para a escola do Matadouro", disse António Carvalho.
"Da nossa parte não há problemas nem da parte do pessoal docente e não docente, nem dos pais. Foram feitas duas reuniões com os pais e foram unânimes a aceitar esta transição", explicou.
António Carvalho referiu ainda que foram "feitos melhoramentos" na escola do 1.º ciclo do Matadouro e que os alunos têm "condições nas salas de aula e onde comer".
O presidente da Câmara de Castelo Branco disse apenas à agência Lusa que o presidente do agrupamento já se tinha pronunciado sobre o assunto e que não iria acrescentar declarações.
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