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Europa 15 de janeiro de 2014

Holanda anuncia recolha de 11 toneladas de carne de cavalo

Por: Diario Digital Castelo Branco/Diario Digital

Autoridades da Holanda anunciaram uma operação de recolha de 11 toneladas de carne de cavalo contrabandeadas de França no ano passado. A carne estava correctamente rotulada como sendo de cavalo, mas não era apropriada para consumo humano, uma vez que parte tinha vindo de animais usados por cientistas na produção de soros.

Autoridades da Holanda anunciaram uma operação de recolha de 11 toneladas de carne de cavalo contrabandeadas de França no ano passado.

A carne estava correctamente rotulada como sendo de cavalo, mas não era apropriada para consumo humano, uma vez que parte tinha vindo de animais usados por cientistas na produção de soros.

Em Dezembro, vários suspeitos foram detidos no sul de França após a denúncia de que 200 cavalos, incluindo 60 da empresa farmacêutica Sanofi, tiveram os certificados veterinários falsificados e acabaram em matadouros.

Cerca de 11 toneladas de carne desses animais foram entregues a cinco empresas holandesas entre Janeiro e Outubro, de acordo com a autoridade de segurança alimentar do país (NVWA).

Depois, a carne foi vendida para restaurantes e também transformada em ração para animais de estimação.   «Das 11 toneladas, encontramos cerca de mil quilos», disse o porta-voz da NVWA, Brenno Bruggink. «É quase 100% certo que o restante foi consumido.»

O ministro de saúde pública da Holanda, Sharon Dijksma, disse em carta ao Parlamento que o risco para a saúde pública era «bastante limitado ou inexistente», uma vez que os animais foram abatidos em instalações certificadas pela União Europeia (UE).  

A Sanofi, que foi ilibada de responsabilidades no caso, disse que os cavalos forneciam sangue para a produção de soro anti-rábico e antitetânico, mas que não eram usados em testes de medicamentos.  

O caso acontece após o escândalo da carne de cavalo na Europa em 2013. No começo de 2013, traços de ADN equino foram encontrados em produtos de carne bovina vendidos em cadeias de supermercados em vários países do continente. Essas redes retiraram milhares de produtos das prateleiras, principalmente refeições prontas.

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