Por: Diario Digital Castelo Branco
O secretário executivo da Comunidade da Beira Baixa (CIMBB), Joaquim Morão, e a Assembleia Intermunicipal tomaram posse na passada segunda-feira, em sessão realizada nos Paços do Concelho de Idanha-a-Nova.
O secretário executivo da Comunidade da Beira Baixa (CIMBB), Joaquim Morão, e a Assembleia Intermunicipal tomaram posse na passada segunda-feira, em sessão realizada nos Paços do Concelho de Idanha-a-Nova.
Valter Lemos preside à Assembleia Intermunicipal, sendo acompanhado na mesa por João Dionísio (presidente da Assembleia Municipal de Idanha) e por Pedro Custódio (deputado municipal em Oleiros).
Na cerimónia, o presidente do Conselho Intermunicipal, João Paulo Catarino (presidente da Câmara de Proença-a-Nova) enalteceu as “qualidades políticas e humanas” do comendador Joaquim Morão, considerando “uma mais-valia para a região ter um secretário executivo com a experiência de mais de 30 anos dedicados à causa pública”. Lembrou ainda a particularidade de o concelho de Castelo Branco representar metade dos habitantes da região: “Temos de ser inteligentes para respeitarmos a dimensão de Castelo Branco e este Município, por seu turno, ter a nobreza de ser solidário com os mais pequenos. Só unidos seremos ouvidos.” A CIMBB integra, além de Castelo Branco, os concelhos de Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.
Durante a tarde os autarcas da CIMBB e o secretário executivo participaram numa reunião na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), em que foi apresentado o plano estratégico para toda a região. A Comunidade congratulou-se com a profundidade do estudo apresentado e com o facto de se prever a alocação de mais de 50% dos fundos comunitários ao sector privado, dinamizando a economia.
Os autarcas alertaram, contudo, para a situação financeira que muitas empresas apresentam, que poderá dificultar o investimento na proporção necessária. O presidente da CCDRC pediu empenho redobrado das câmaras no apoio ao tecido empresarial, facilitando a formalização de candidaturas e o acesso aos fundos. A CIMBB fez apenas o reparo de considerar que deveriam ser destinadas verbas para fomento da natalidade, atendendo aos dados nacionais que são particularmente preocupantes na área desta comunidade.