Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A SEDES - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social criticou hoje “as políticas erráticas” que criaram uma incerteza “absolutamente desnecessária” e defendeu que a ideia de que o Estado está falido e tudo é aceitável é “um erro grave”.
A SEDES - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social criticou hoje “as políticas erráticas” que criaram uma incerteza “absolutamente desnecessária” e defendeu que a ideia de que o Estado está falido e tudo é aceitável é “um erro grave”.
“O acordo com a ‘troika’ fez-se exatamente para evitar essa falência”, argumenta a SEDES numa tomada de posição divulgada no seu sítio da Internet, acrescentando que, embora não seja perfeito, o acordo “evitou o pior”.
O documento, subscrito pelo presidente da SEDES, o ex-ministro das Finanças de José Sócrates, Luís Campos e Cunha, e outros oito elementos do conselho coordenador, salienta que “a incerteza e a violação do Estado de Direito” têm afundado mais a economia do que a austeridade.
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