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Economia 1 de setembro de 2013

Marques Mendes acredita que não haverá segundo resgate

Por: Diario Digital Castelo Branco/Diario Digital

O ex-presidente do PSD e actual comentador televisivo, Luis Marques Mendes, rejeitou, este sábado, a possibilidade de um segundo resgate para Portugal, na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional à proposta governamental de requalificação e mobilidade da função pública, embora considere que, para compensar esta adversidade, o Governo vai ter de aumentar os impostos.

 

O ex-presidente do PSD e actual comentador televisivo, Luis Marques Mendes, rejeitou, este sábado, a possibilidade de um segundo resgate para Portugal, na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional à proposta governamental de requalificação e mobilidade da função pública, embora considere que, para compensar esta adversidade, o Governo vai ter de aumentar os impostos. «Acho que não vai haver um segundo resgate, seria um falhanço», afirmou, esta noite, no seu comentário semanal na SIC, Marques Mendes, salientando, no entanto, que «vai haver aumento de impostos». De resto, sobre a decisão do Tribunal Constitucional, o comentador defendeu que «a decisão do Tribunal Constitucional tem de ser respeitada, mas merece ser criticada. No sector público não se pode despedir, mas pode despedir-se no privado. Na Constituição não está esta distinção». Para Marques Mendes, esta decisão criou ainda duas categorias distintas na função pública: os funcionários com contratos anteriores a 2009, uma espécie de «funcionários públicos vitalícios», e os que têm contratos posteriores a 2009, e que já podem ser despedidos. Para o ex-líder do PSD, «o que está aqui em causa não é uma lei da Constituição, é um princípio e o princípio é subjectivo. Se fossem outros juízes se calhar a interpretação era outra».
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