Por: Diario Digital Castelo Branco
Afinal, não foi o primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg o primeiro político a fazer-se passar por taxista, como forma de auscultar o sentimento da população. Há 24 anos, já o português Marcelo Rebelo de Sousa, então candidato à Câmara Municipal de Lisboa, decidiu levar a cabo iniciativa idêntica, recorda a edição desta terça-feira do jornal “i”.
Afinal, não foi o primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg o primeiro político a fazer-se passar por taxista, como forma de auscultar o sentimento da população.
Há 24 anos, já o português Marcelo Rebelo de Sousa, então candidato à Câmara Municipal de Lisboa, decidiu levar a cabo iniciativa idêntica, recorda a edição desta terça-feira do jornal “i”.
«Na altura era muito menos conhecido e aquilo serviu para as pessoas passarem a conhecer-me. Algumas reconheceram-me e por outras passei completamente despercebido», recordou, em declarações ao jornal “i”, o hoje em dia comentador televisivo. Na altura, Marcelo acabou a transportar «sujeitos com aspecto duvidoso» e até mesmo uma grávida em fim de tempo. «Até tive medo que tivesse o bebé ali no carro», revelou.
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