Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Município de Castelo Branco foi considerado pelo Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses como o que tem melhor eficiência financeira do país em municípios de média dimensão. A Câmara de Castelo Branco teve a maior pontuação entre os municípios portugueses no ranking global, face aos anos de 2011 e 2012, obtendo 529 pontos.
O Município de Castelo Branco foi considerado pelo Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses como o que tem melhor eficiência financeira do país em municípios de média dimensão.
A Câmara de Castelo Branco teve a maior pontuação entre os municípios portugueses no ranking global, face aos anos de 2011 e 2012, obtendo 529 pontos.
Para o autarca Joaquim Morão, os resultados "divulgados demonstram a solidez financeira da Câmara de Castelo Branco, mas também o rigor e o critério colocado na gestão do município".
O presidente da autarquia adiantou que "estes resultados, analisados por pessoas independentes, são uma honra para Castelo Branco". No entender de Joaquim Morão, os resultados "demonstram a grande capacidade de gestão da autarquia”. “Nós temos a melhor eficiência financeira, mas temos feito muita obra, pagando pontualmente a toda a gente", disse.
O ranking global dos municípios portugueses foi divulgado na quinta-feira e faz parte do Anuário dos Municípios Portugueses, num estudo desenvolvido pelos investigadores João Costa Carvalho, Maria José Fernandes, Pedro Camões e Susana Jorge, numa edição da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.
Para o apuramento do ranking dos municípios portugueses com melhor eficiência financeira foram avaliados 15 indicadores, como dívidas a terceiros por habitante; liquidez; endividamento líquido por habitante; prazo médio de pagamentos ou grau de execução da receita liquidada relativamente a despesas comprometidas, entre outros.
De acordo com o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2011/2012, divulgado na quinta-feira, em Lisboa, a dívida global dos municípios desceu mil milhões de euros nos últimos dois anos, que também registaram a primeira descida do passivo no setor autárquico desde 2006.
O estudo realça que as transferências do Estado ainda são a principal forma de sobrevivência financeira da generalidade dos municípios, seguidas dos impostos e taxas cobradas e só depois a venda de bens e serviços pelas câmaras.
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