Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O comandante distrital da Proteção Civil de Castelo Branco, Rui Esteves, classificou hoje o helicóptero de combate a incêndios estacionado na Covilhã como uma peça “fundamental” para proteger o Parque Natural da Serra da Estrela.
O comandante distrital da Proteção Civil de Castelo Branco, Rui Esteves, classificou hoje o helicóptero de combate a incêndios estacionado na Covilhã como uma peça “fundamental” para proteger o Parque Natural da Serra da Estrela.
Rui Esteves, que visitou o Centro de Meio Aéreos de Cortes do Meio, acompanhado pelo vice-presidente da Câmara da Covilhã, Pedro Farromba, explicou que a localização do helicóptero foi “estrategicamente pensada”, tendo em conta a proximidade em relação àquela área protegida.
Trata-se de um meio aéreo que permitirá “um primeiro ataque muito mais rápido e eficaz”, numa zona classificada como de elevado “risco de incêndio florestal”.
“Salva quem está mais perto: é o caso concreto do centro de meios de Cortes do Meio, que se torna fundamental e uma mais-valia, porque está mais perto da grande mancha florestal [da Serra da Estrela] e permite um acesso mais rápido e eficaz ao maciço central”, referiu.
No centro de meios aéreos de Cortes do Meio estão 15 elementos (uma equipa aérea e outra terrestre) da Força Especial de Bombeiros, a primeira a ser activada para o combate aos fogos.
Em 2013, o dispositivo distrital não contará com os dois meios aéreos pesados que, no último ano, estavam instalados no Centro de Proença-a-Nova e que este verão passaram para Ponte de Sôr.
Rui Esteves desvalorizou o facto, sublinhando que os meios são “de todo o país” e ativados a nível nacional.
“Nem o concelho, nem o distrito ficam sem acesso a esses meios, em caso de necessidade”, garantiu.
Em contrapartida, segundo este responsável, o dispositivo distrital foi reforçado com um helicóptero (quatro no total), “meios aéreos ligeiros que se adequam perfeitamente” à estratégia de combate.
Esta tem como objetivo dominar e extinguir os fogos nos primeiros minutos de intervenção.
Até 30 de setembro decorre a fase Charlie, considerada a época de maior risco.
Durante esse período, o distrito de Castelo Branco contará com 684 operacionais, 146 veículos, 142 equipas e quatro meios aéreos ligeiros.